Bahia

Fornecimento de água é interrompido em Riachão do Jacuípe após fortes chuvas

Devido as fortes chuvas que atingiram a região de Riachão de Jacuípe, localizado a 186 km de distância da capital baiana, desde às 17h da última quinta (21), uma adutora, localizada na Vila Aparecida, se rompeu e o fornecimento de água foi interrompido na cidade. A situação foi detectada na última sexta-feita (22) e continua neste sábado (23), segundo informações da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa). Técnicos já trabalham no local para resolverem o problema, porém, o conserto não pode ser realizado enquanto ainda houver ocorrências de chuva, o que pode causar o atraso da obra, que estava prevista para ser concluída no domingo (24). [Leia mais...]

[Fornecimento de água é interrompido em Riachão do Jacuípe após fortes chuvas]
Foto : Reprodução

Por Jessica Galvão no dia 23 de Janeiro de 2016 ⋅ 14:49

Devido as fortes chuvas que atingiram a região de Riachão de Jacuípe, localizado a 186 km de distância da capital baiana, desde às 17h da última quinta (21), uma adutora, localizada na Vila Aparecida, se rompeu e o fornecimento de água foi interrompido na cidade. A situação foi detectada na última sexta-feita (22) e continua neste sábado (23), segundo informações da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa). Técnicos já trabalham no local para resolverem o problema, porém, o conserto não pode ser realizado enquanto ainda houver ocorrências de chuva, o que pode causar o atraso da obra, que estava prevista para ser concluída no domingo (24).

Enchentes causaram transtornos no município de Riachão, na manhã da última sexta-feira (22), quando o Rio Boqueirão invadiu a ponte do quilômetro 54, na BR-324, que a fez ceder com a força da água. Pelo menos 150 famílias tiveram suas casas alagadas. Os principais bairros atingidos são Alto do Cruzeiro, Alto do Cemitério, Bela Vista, Ranchinho, Jatobá e Barra. 

Segundo o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), Amauri Sousa Lima, em entrevista ao Bocão News, a ponte deverá ser reestabelecida no prazo médio de cinco dias.  "Com certeza foi uma chuva atípica. Segundo informações dos técnicos não chove dessa forma há 35 anos. A vazão se tornou insuficiente e rompeu a cabeceira da ponte.  Será feita uma galeria que irá ajudar. Em até cinco dias concluímos essa etapa emergencial e depois iniciaremos outras intervenções que irão melhorar a vazão dessas águas", explica Amauri.

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