Bahia

Marcas de Insinuante e Ricardo Eletro aparecerão juntas em lojas da Bahia

No Jornal da Cidade 2ª Edição desta quinta-feira (18), o fundador da Ricardo Eletro e sócio majoritário da gigante varejista Máquina de Vendas, Ricardo Nunes, falou a Mário Kertész que a marca Insinuante não vai sumir do mercado — ao contrário do que chegou a ser veiculado na imprensa baiana no início da semana. Segundo Nunes, onde as marcas locais da Máquina de Vendas são fortes, elas serão unidas à Ricardo Eletro. [Leia mais...]

[Marcas de Insinuante e Ricardo Eletro aparecerão juntas em lojas da Bahia]
Foto : Máquina de Vendas/Divulgação

Por Felipe Paranhos no dia 18 de Fevereiro de 2016 ⋅ 19:14

No Jornal da Cidade 2ª Edição desta quinta-feira (18), o fundador da Ricardo Eletro e sócio majoritário da gigante varejista Máquina de Vendas, Ricardo Nunes, falou a Mário Kertész que a marca Insinuante não vai sumir do mercado — ao contrário do que chegou a ser veiculado na imprensa baiana no início da semana. Segundo Nunes, onde as marcas locais da Máquina de Vendas são fortes, elas serão unidas à Ricardo Eletro.

"Não vai sumir jamais uma marca como a Insinuante. Nós vamos unir as marcas. A partir de agora, a Insinuante vai estar em 1.000 lojas, e não mais só na Bahia. Ricardo e Insinuante vão fazer parte de toda a comunicação da empresa. Agora, onde tem Insinuante e tem Ricardo Eletro, vão estar as duas marcas: Insinuante e Ricardo Eletro juntas. Unidas pelo preço", declarou. 

Nunes afirmou que a adaptação é também uma maneira de sobreviver à crise econômica pela qual passa o Brasil. "Vamos manter a marca, só que a marca Ricardo Eletro passa a ser nacional, para que a gente possa fazer uma comunicação nacional, em programas de auditório... Mas sempre junto com as marcas locais. Aqui na Bahia é a Insinuante, em Pernambuco é a Eletroshopping, no Norte é a CityLar... Junto com as marcas locais, sempre vai estar a Ricardo Eletro", falou.

"Toda essa movimentação tem o único objetivo de manter a empresa competitiva, para que a gente possa buscar preço para o consumidor. A gente vai conseguir ter melhores condições para manter a empresa viva. As coisas no Brasil não estão fáceis", encerrou Nunes.

Notícias relacionadas