Bahia

Forte odor gera mal-estar em moradores de Dias D'Ávila

Moradores de Dias D’Ávila, região metropolitana de Salvador, reclamaram por ter sentido odor desagradável e que causou mal-estar em adultos e crianças [Leia mais...]

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Foto : Divulgação

Por Luiza Leão no dia 04 de Agosto de 2016 ⋅ 17:38

Moradores de Dias D’Ávila, região metropolitana de Salvador, reclamaram por ter sentido odor desagradável e que causou mal-estar em adultos e crianças. O mau cheiro foi sentido no final da tarde da última quarta-feira (3) e segundo relatos, se assemelha ao odor de tinta.

Os primeiros moradores incomodados com o odor - ainda não identificado- trocaram mensagens através de um grupo do aplicativo Whatsapp, por volta das 17h30. Eles são voluntários que vivem próximo ao Pólo Industrial de Camaçari e integram o Núcleo de Defesa Comunitária (Nudec), que dá suporte aos moradores das regiões vizinhas para eventuais situações de emergência do Complexo Industrial.

A origem do forte cheiro que esteve pela região de Dias D’Ávila, ainda não foi identificada. Além disso as suspeitas de que o odor é proveniente do Pólo Petroquímico de Camaçari foram descartadas, segundo o superintendente de comunicação do Comitê de Fomento Industrial de Camaçari (Cofic), Érico Oliveira. “Não houve vazamento, nem qualquer anormalidade operacional. Até o momento não foi constatada nenhuma relação com empresas do polo”, informou.

O superintendente também comunicou que além da vistoria realizada no início da manhã desta quinta-feira (4), duas equipes de técnicos da Cetrel, entidade responsável pelo gerenciamento ambiental, foram enviadas aos bairros para identificar o odor no polo e nas localidades vizinhas.  Após o monitoramento do ar, os agentes informaram que a situação havia se normalizado em quase toda a a cidade, com exceção dos bairros: Urbis e Parque Petrópolis.  Ainda assim, técnicos do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) também irão vistoriar o local.   

Sintomas como tonturas, vômitos, dores de cabeça, olhos avermelhados, fadiga e falta de ar são algumas das queixas da população. De acordo com Oliveira, três pessoas procuraram atendimento em unidades de saúde locais.  

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