Bahia

Sete universidades públicas permanecem em greve na Bahia

A educação do ensino superior na rede pública na Bahia segue em greve desde maio. Das nove instituições, sete estão paralisadas, entre estaduais e federais. O movimento grevista começou com as instituições estaduais em 13 de maio, já as federais no final de maio. Das únicas federais que não aderiram ao movimento,a do Vale do São Francisco (Univasf) está com indicativo de greve para 23 de julho e a do Sul da Bahia (UFSB), que começou as atividades acadêmicas em 2014, não se posicionou. [Leia mais...]

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Foto : Arquivo Metropress

Por Bárbara Gomes no dia 09 de Julho de 2015 ⋅ 18:32

A educação do ensino superior na rede pública da Bahia segue em greve desde maio. Das nove instituições, sete estão paralisadas, entre estaduais e federais. O movimento grevista começou com as instituições estaduais em 13 de maio, já as federais no final de maio. Das únicas federais que não aderiram ao movimento: a do Vale do São Francisco (Univasf) está com indicativo de greve para 23 de julho e a do Sul da Bahia (UFSB) -- que começou as atividades acadêmicas em 2014 -- não se posicionou sobre o assunto.

Os docentes estaduais reivindicam que 7% da receita líquida do estado, sem imposto, sejam destinados para as universidades. Além da garantia de direitos trabalhistas e a ampliação do quadro de professores. Com a greve, mais de 60 mil estudantes estão sem aulas e 5,5 mil professores parados, informou o diretor da Associação dos Docentes da Universidade do Estado da Bahia (Aduneb), Milton Pinheiro.

 

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