Bahia

Novo caso da síndrome Guillain-Barré é confirmado em Feira Santana

O segundo caso da síndrome de Guillain-Barré - que causa a paralisia muscular e pode causar a morte – foi confirmado na cidade de Feira de Santana. O paciente é o pedreiro Josiel Lima de Sá, de 37 anos, que segue internado no Hospital Geral Clériston Andrade (Hgca). [Leia mais...]

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Foto : Agencia Brasil

Por Bárbara Silveira no dia 11 de Julho de 2015 ⋅ 08:35

O segundo caso da síndrome de Guillain-Barré - que causa a paralisia muscular e pode causar a morte – foi confirmado na cidade de Feira de Santana. O paciente é o pedreiro Josiel Lima de Sá, de 37 anos, que segue internado no Hospital Geral Clériston Andrade (Hgca).

Ao Correio*, a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) explicou que os casos são atualizados à medida que os boletins são repassados pela Vigilância Epidemiológica. Porém, como a nova lista não foi enviada à Sesab, o caso do pedreiro e da menina de 7 anos também internada em Feira de Santana com a síndrome ainda não constam na lista de 55 casos confirmados no estado. Uma mulher de 26, que estava internada no Hospital Teresa de Lisieux, em  Salvador, foi a primeira vítima fatal da síndrome. Além da capital, a doença já foi detectada em pacientes moradores de outros 17 municípios.

Em entrevista à Rádio Metrópole na última sexta-feira (10), o subsecretário de saúde do estado, Roberto Badaró, comentou o aumento dos casos de Zica, Chikungunya e da síndrome de Guillain-Barré. “Estamos vivendo um momento de epidemia, do pico de epidemia. Realmente é uma situação independente de qualquer governo ou secretaria. Nós temos três vírus diferentes, o da dengue, a chikungunia e zika. Algumas pessoas que tiveram uma ou duas viroses dessas, tem a possibilidade de ter a síndrome”, disse.

Segundo Badaró, o governo tem se preparado para receber as vítimas da síndrome. “Nós providenciamos leito de alta complexidade em todo estado. Temos em cada hospital regional dois leitos específicos para isso (síndrome). Temos hoje mais leito do que número de casos. Esse mosquito (aedes) é um mosquito extramente competente, transmite 10 doenças diferentes”, explicou.

 

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