Bahia

Major é nomeada e primeira mulher a chefiar grupamento de bombeiros

A major Ana Fausta de Assis assumiu o 13º Grupamento de Bombeiros Militares (GBM), tornando-se a primeira mulher a chefiar o cargo na Bahia. De acordo com a Secretaria de Comunicação do Estado, Ana Fausta entrou para a Polícia Militar em 1990 e ingressou no Corpo de Bombeiros sete anos depois. [Leia mais...]

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Foto : Elói Corrêa/GOVBA

Por Camila Tíssia no dia 16 de Setembro de 2016 ⋅ 11:00

A major Ana Fausta de Assis assumiu o 13º Grupamento de Bombeiros Militares (GBM), tornando-se a primeira mulher a chefiar o cargo na Bahia. A solenidade foi realizada nessa quinta-feira (15), quando também foram intitulados o novo assistente militar do Comando Geral, coronel José Ribeiro Braga, o diretor do Departamento de Auditoria e Finanças, tenente-coronel Domingos Sávio de Souza, o coordenador de Saúde, tenente-coronel José Jorge da Silva, e os comandantes do 1º GBM, major Augusto César Nobre, e do 12º GBM, tenente-coronel Sanderson de Castro.

De acordo com a Secretaria de Comunicação do Estado, Ana Fausta entrou para a Polícia Militar em 1990 e ingressou no Corpo de Bombeiros sete anos depois. Para ela, ser bombeiro "é tudo". “A atividade de salvar vidas engrandece qualquer ser humano. Eu acho que é o segundo maior desafio que assumo na minha vida, o primeiro foi criar filhos. Vou abraçar a nova tarefa com todo o carinho e toda a feminilidade, porque o toque feminino é necessário em tudo nessa vida”, disse. 

O 13º GBM, ou Grupamento Marítimo (Gmar), é responsável pelo salvamento aquático e também pela parte de mergulho e resgate em Salvador. O tenente Joel Adriano, falou que a equipe está recebendo a nova comandante de braços abertos. “Nós já trabalhamos com a major Ana Fausta entre 2012 e 2014. Eu tenho certeza de que ela vai dar conta do recado".

Já o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Francisco Telles, destaca a importância da troca de comando na corporação. “Nós militares, periodicamente, fazemos essa troca. E isso se baseia em que, quando assumimos, temos o dever e a salutar necessidade de fazer algo mais, de renovar as esperanças e as energias. Isso naturalmente favorece os serviços prestados”. 

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