Bahia

Ibametro reprova 50% dos bicos de bombas de combustíveis em Bom Jesus da Lapa

Um total de 183 bicos de bombas de combustíveis foram fiscalizados pelo Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro), em Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia. Segundo o órgão, 50% deles foram reprovados por irregularidades diversas. A ação - conjunta com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-BA) -atuou em duas regiões do estado e foi realizada entre o final de setembro e outubro, com o objetivo de combater irregularidades no mercado de combustíveis.

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Foto : Divulgação/Ascom/Ibametro

Por Jessica Galvão no dia 17 de Outubro de 2016 ⋅ 16:23

Um total de 183 bicos de bombas de combustíveis foram fiscalizados pelo Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro), em Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia. Segundo o órgão, 50% deles foram reprovados por irregularidades diversas. A ação - conjunta com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-BA) -  atuou em duas regiões do estado e foi realizada entre o final de setembro e outubro, com o objetivo de combater irregularidades no mercado de combustíveis.

Segundo o órgão, a operação visitou 39 postos de combustíveis na região, incluindo ainda os municípios de Santana, São Félix do Coribe, Correntina, Coribe. Na ocasião, foram autuados 15 bicos de bombas, sendo 12 deles interditados. A operação aconteceu entre os dias 13 e 15 de setembro. Já na região de Euclides da Cunha, que compreende ainda os municípios de Cansanção, Itiuba, Quinjingue, Monte Santo, Queimadas e Nordestina, foram fiscalizados 43 postos de combustíveis. Foram reprovados 26 bicos de bombas de combustíveis, sendo que cinco destes foram autuados e quatro interditados. A operação aconteceu de 04 a 06 de outubro. O objetivo foi identificar possíveis falhas na comercialização de combustíveis causando prejuízos ao consumidor.

Quando um estabelecimento é autuado pelo Ibametro, ele tem um prazo de dez dias para apresentar a defesa administrativa junto ao órgão. Caso esta não seja acolhida, pagará multas, que variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, aplicadas levando em conta os critérios de reincidência, porte físico, grau de irregularidade e se houve tentativa de impedimento da fiscalização.

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