Bahia

Secretário defende necessidade da tecnologia na produção de alimentos

Presente na 13ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que começou na última quarta-feira (19) e vai até o próximo sábado (20) no Senai Cimatec, em Piatã, o secretário estadual de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues, ressaltou as ações de Agroindústria e agricultura em consonância com a tecnologia. O evento, que é aberto ao público, é realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e na Bahia, a ação é executada pela Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Matheus Simoni e Matheus Morais no dia 20 de Outubro de 2016 ⋅ 15:44

Presente na 13ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que começou na última quarta-feira (19) e vai até o próximo sábado (20) no Senai Cimatec, em Piatã, o secretário estadual de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues, ressaltou as ações de Agroindústria e agricultura em consonância com a tecnologia. O evento, que é aberto ao público, é realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e na Bahia, a ação é executada pela Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).

Em entrevista ao Metro1, ele exaltou as ações da gestão estadual que fomentam a combinação da tecnologia com o cultivo sustentável de alimentos no interior. "Esse tema é o tema central da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que aborda a ciência alimentando o Brasil. Nós que trabalhamos com agricultura familiar, com a produção mais sublime possível, que é a produção de alimentos, temos que ter a responsabilidade de garantir que, quem consome, possa consumir produtos de qualidade", disse ele.

"Nós, consumidores de alimentos, quem é do interior sabe disso, sabe que uma galinha para ser abatida na área rural, só acontecia numa época em que a mulher iria parir para poder fazer um pirão, quando alguém adoecia e se fazia uma canja ou num final de ano, durante o natal. Demorava-se um ano para ter isso. Hoje nós comemos frangos abatidos com 30 ou 40 dias", afirmou o secretário.

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