Bahia

Adelmário compõe música em homenagem a vaquejada e pede liberação; ouça

Defensor da vaquejada, o cantor e compositor Adelmário Coelho foi entrevistado por Mário Kertész, na Rádio Metrópole, nesta semana e comentou a música feita em parceria com o publicitário baiano Duda Mendonça, que alerta sobre os impactos do fim da atividade aos trabalhadores do ramo, além da sua presença no protesto com quase 3 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, em Brasília [Leia mais...]

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Foto : Divulgação

Por Gabriel Nascimento no dia 29 de Outubro de 2016 ⋅ 14:00

Defensor da vaquejada, o cantor e compositor Adelmário Coelho foi entrevistado por Mário Kertész, na Rádio Metrópole, nesta semana, e comentou a música feita em parceria com o publicitário baiano Duda Mendonça, que alerta sobre os impactos do fim da atividade aos trabalhadores do ramo, além da sua presença no protesto com quase 3 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

"Essa música traz a realidade! As pessoas vão ficar desempregadas, a cadeia produtiva vai cair.  Hoje a tecnologia não deixa que os animais sofram, não somos a favor disso. Você tem uma proteção efetiva sobre isso", afirmou.

"Morro de medo não sei nem o que fazer
Se vivo da Vaquejada como é que vou viver?
Todo povo Nordestino está com dor no coração
Pois só de emprego perdido vai ter quase 1 milhão"
- trecho da música "Sr. Ministro, pelo Amor de Deus"

De acordo com o cantor, é necessário "um debate mais amplo" sobre a questão. "Esperamos que o quadro possa ser revertido. Não é algo simples, mas precisa se estabelecer um debate maior sobre o impacto que isso vai causar. Um impacto pra toda a cadeia produtiva do Brasil", ressaltou.

"A manifestação é muito grande. Desde às 8h, já teve missa do vaqueiro. [O senador] Otto vem encabeçando com muita competência, argumentação, conhece as entre linhas da vaquejada, a classe política, artística, se envolvendo para que haja um debate mais consistente", acrescentou.

Questionado sobre a visão do deputado Marcell Moraes (PV), Adelmário declarou: "Hoje eu não corro mais vaquejada, mas procuro me inteirar. O deputado tem o direito dele, tem os argumentos, é a democracia. Mas, o dano que se fala da quebra do rabo do boi, hoje é em dia é de plástico, o rabo. [Já] o senador [Otto] tem argumentações válidas. Não tem sofrimento maior que uma castração e o pior de tudo é a morte, que não acontece em vaquejada", finalizou.

Ouça a entrevista completa:

 

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