Bahia

Mário Kertész comenta problemas do IRDEB e falsas acusações

O apresentador da Rádio Metrópole, Mário Kértesz, comentou, nesta quarta-feira (15), no Jornal da Cidade Segunda Edição, as falsas acusações de interesses pessoais que tem recebeu de setores ligados ao Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB). Segundo ele, o IRDEB, que administra a TVE, pouco vem sendo aproveitado pelos administradores. [Leia mais...]

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Foto : Metropress

Por Matheus Simoni no dia 15 de Julho de 2015 ⋅ 19:14

O apresentador da Rádio Metrópole, Mário Kértesz, comentou, nesta quarta-feira (15), no Jornal da Cidade Segunda Edição, as falsas acusações de interesses pessoais que tem recebeu de setores ligados ao Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB). Segundo ele, o IRDEB, que administra a TVE, pouco vem sendo aproveitado pelos administradores. "Vejo e ouço a programação, acho absolutamente ineficaz no ponto de vista da sociedade. Nós temos a melhor tecnologia, temos pessoal que custa caro ao estado, a TV funciona em HD, não para todos os municípios, mas caminham para essa direção. A rádio tem o som perfeito e músicas agradáveis... mas, músicas?! Para ouvir música, nós temos muitas rádios. Agora, ficar usando programação da TV Brasil e da TV Educadora de São Paulo, eu acho um absurdo. É claro que tem momentos em que temos programação local e produtores locais. Inclusive, um deles ou uma entidade teria feito um editorial de apoio ao instituto, dizendo que o IRDEB está sendo atacado por uma empresa radiofônica ou um sistema radiofônico”.

Acreditando se tratar da Rádio Metrópole, o apresentador disparou: “Não têm nem coragem de dar o nome. Tenham coragem e digam que eu estou fazendo isso ou aquilo", declarou Mário. O apresentador lembrou, ainda, da vez em que entrevistou o governador Rui Costa no mês passado. "Eu tive a coragem de, quando o governador esteve aqui, eu disse para ele: 'Governador, você está tão empenhando nessa missão de melhorar a educação do nosso estado, que eu acho fundamental, tem um instrumento desse e não usa!' Ele disse: 'É verdade, depois do São João, vou me debruçar sobre isso.' E ele deve estar fazendo isso", disse MK.

Mário Kértesz criticou a repercussão das suas declarações. "As pessoas não gostaram nem um pouco. É a turma de lá que está 'encastelada' no poder. E começaram a tomar algumas medidas, assim, meio desesperadas. Não vou ser grosseiro, mas eu gostaria de ser. Disseram até que eu estava tentando arranjar uma colocação para o meu querido amigo e companheiro Edmon Lucas. Edmon não quer, não precisa e nem eu abriria mão do que ele me ajuda na rádio para colocar ele em qualquer lugar. Não tenho, não tive e não terei nenhum interesse de ordem pessoal. Agora vou continuar incomodando quem está ai se arrastando sem ter criatividade e sem ter competência para revolucionar esse instrumento e transformar numa coisa que ajude a todos nós", afirmou.

Mário Kertész também declarou que vai continuar mantendo o discurso e não vai abaixar a guarda. "Vou continuar batendo. Podem vir 300 ou 500 mil manifestos, pode vir o que quiser, que estou me lixando para vocês. Estou cansado de ver Bahia Singular e Plural, uns trabalhos de pseudo-intelectuais que fazem aquela coisinha bonitinha, mas ordinária. Vou continuar lutando sem nenhum tipo de interesse. Por isso, rio daquilo que vocês pensam que vão me atacar. Podem atacar, eu não tenho nada para perder, de parte nenhuma. E nem preciso de nada para ganhar. Eu vou lutar como sempre lutei pelas coisas que acredito", finalizou.

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