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"Governo vai investir R$ 700 milhões na saúde", diz secretário Fábio Vilas Boas

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"Governo vai investir R$ 700 milhões na saúde", diz secretário Fábio Vilas Boas

Nesta quinta-feira (2), o secretário de Saúde, Fábio Vilas Boas, revelou ao Metro1 que o governo do Estado vai investir R$ 700 milhões na saúde em toda a Bahia. De acordo com ele, esse valor não inclui a iniciativa privada nem o custeio de hospitais já existentes. [Leia mais...]

"Governo vai investir R$ 700 milhões na saúde", diz secretário Fábio Vilas Boas

Foto: Tácio Moreira/ Metropress

Por: Luiza Leão no dia 02 de fevereiro de 2017 às 15:27

Nesta quinta-feira (2), o secretário de Saúde, Fábio Vilas Boas, revelou ao Metro1 que o governo do Estado vai investir R$ 700 milhões na saúde em toda a Bahia. De acordo com ele, esse valor não inclui a iniciativa privada nem o custeio de hospitais já existentes. 

"2017 vai ser um ano de grandes entregas na saúde", afirmou Vilas Boas. De acordo com ele, ainda neste mês vão ser entregues centros de diagnósticos por imagem em todo o estado da Bahia. Uma outra obra que já está finalizada e vai beneficiar a população é o Hospital de Seabra. Segundo ele, o início do funcionamento depende apenas da entrega de alguns equipamentos. Em Seguida, haverá a entrega do Hospital do Cacau - que deve acontecer entre maio e junho- com capacidade de 200 leitos.

Já na região metropolitana de Salvador (RMS), serão abertas licitações para a construção de sete policlínias e outras quatro vão ser entregues em Teixeira de Freitas, Jequié, Guanambi e Irecê. Além disso, o governo vai dar ordem de licitação para o maior hospital da RMS com 300 leitos. 

Hospital da Mulher

De acordo com o secretário, o hospital da Mulher "é um sucesso". "A unidade já apresentou um aumento progressivo e já está recebendo pacientes do interior e da capital", disse. Entre os serviços oferecidos estão as cirurgias e internações na unidade de terapia intensivas, além do centro de atenção à mulher vítima de violência. "Portanto, o hospital está plenamente funcional e operacional", concluiu Fábio Vilas Boas.