Bahia

Coordenadora do Planserv explica alterações na legislação do benefício

A coordenadora-geral do Planserv (Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado da Bahia) explicou sobre a chamada Lei do Planserv, que altera como os servidores vão receber os benefícios. Em entrevista à Rádio Metrópole nesta quarta-feira (26), ela afirmou que a proposta visa ampliar a rede de atendimento. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Matheus Simoni no dia 26 de Agosto de 2015 ⋅ 18:02

A coordenadora-geral do Planserv (Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado da Bahia) explicou sobre a chamada Lei do Planserv, que altera como os servidores vão receber os benefícios. Em entrevista à Rádio Metrópole nesta quarta-feira (26), ela afirmou que a proposta visa ampliar a rede de atendimento, melhorar a qualidade do serviço prestado e consolidar o conceito de plano solidário.

"Hoje o Planserv atende cerca de 500 mil pessoas. Dessas 500 mil, temos cerca de 75% dos servidores públicos no Planserv. São 186 mil titulares. Eles podem ter dependentes e agregados. Dependentes são cônjuges e filhos menores de 18 anos. Os agregados são os netos, ex-pensionistas e filhos de mais de 18 anos e até 35 anos", afirmou ela.

Uma das mudanças que mais geraram polêmica é a alteração do limite de idade para agregados, que passa a ser de 24 anos. A coordenadora explicou que a mudança vai tornar o Planserv mais adequado à realidade da economia e da área da saúde 

"Essa é uma mudança que a gente tem como justificar, tendo em vista o regramento geral no país. A maioria dos planos de saúde trabalham com 24 anos. Estamos fazendo uma correção desta distorção. Entendemos que, depois dos 24 anos, eles já estão inseridos no mercado de trabalho. O Planserv é um benefício colocado não como um plano de saúde. O financiamento de um plano de saúde é feito através de um cálculo ligado ao risco e à faixa etária. Quanto mais velho ele for, mais ele vai gerar despesas. No Planserv não. Ele pode ter 60 anos e, a depender da remuneração, ele não vai pagar como os outros planos de saúde e sim proporcional ao que ele ganha", explicou ela.

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