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Médicos ameaçam pedir demissão caso prefeito reduza salários em Cruz das Almas

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Médicos ameaçam pedir demissão caso prefeito reduza salários em Cruz das Almas

Os médicos da cidade de Cruz das Almas, no Recôncavo Baiano, decidiram, por unanimidade, por uma demissão coletiva, durante reunião na noite dessa segunda-feira (16). Em entrevista à Rádio Metrópole, na manhã de hoje (17), o presidente do Sindicato dos Médicos na Bahia (Sindimed), Francisco Magalhães, afirmou que a decisão veio após um decreto do prefeito que determina redução de 20% no salário dos trabalhadores. [Leia mais...]

Médicos ameaçam pedir demissão caso prefeito reduza salários em Cruz das Almas

Foto: Reprodução / Ascom Prefeitura Cruz das Almas

Por: Camila Tíssia no dia 17 de novembro de 2015 às 10:08

Os médicos da cidade de Cruz das Almas, no Recôncavo Baiano, decidiram, por unanimidade, por uma demissão coletiva durante reunião na noite dessa segunda-feira (16). Em entrevista à Rádio Metrópole, na manhã de hoje (17), o presidente do Sindicato dos Médicos na Bahia (Sindimed), Francisco Magalhães, afirmou que a decisão veio após um decreto do prefeito que determina redução de 20% no salário dos trabalhadores.

"O problema é o seguinte, o prefeito resolveu fazer uma caridade com salário alheio, diminuindo o salário dos médicos. Os médicos que trabalham em Cruz da Almas recebem metade do salário que se paga em Salvador e o cara vem com a ideia de reduzir o salário. Os médicos vão pedir demissão coletiva a partir de amanhã se ele não recuar nisso. Nos reunimos, ele já está querendo recuar, por que é complicado, você tem seus compromissos, assume um trabalho ganhando 'x' e de repente você vai ver que a prefeitura começa aproveitar a crise, fazendo caridade com o dinheiro dos outro", disse.

Os atendimentos seriam afetados na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e no Instituto de Pediatria do Recôncavo (IPER), na ciadde. Segundo os médicos, outras questões também colaboram para a "revolta" da categoria, como condições precárias de trabalho e falta de medicamentos para pacientes.