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A pedido da PF, João Santana e mulher continuam presos em Curitiba

A prorrogação por mais cinco dias da prisão do marqueteiro João Santana e da mulher dele, Mônica Moura, foi pedida pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (26). [Leia mais...]

[A pedido da PF, João Santana e mulher continuam presos em Curitiba]
Foto : REUTERS/Rodolfo Buhrer

Por Matheus Morais no dia 26 de Fevereiro de 2016 ⋅ 14:04

A prorrogação por mais cinco dias da prisão do marqueteiro João Santana e da mulher dele, Mônica Moura, foi pedida pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (26). Eles foram detidos na 23ª fase da Lava Jato - denominada Operação Acarajé. A fase da Operação Lava Jato investiga o recebimento de US$ 7,5 milhões pelo marqueteiro em uma conta não declarada na Suíça. Os investigadores suspeitam que Santana tenha recebido dinheiro oriundo do esquema de corrupção da Petrobras como pagamento por serviços eleitorais prestados ao Partido dos Trabalhadores (PT).

João Santana negou em depoimento à PF que a acusação de ter recebido qualquer valor do trabalho nas campanhas presidenciais no Brasil nesta conta no exterior. Fábio Tofic, advogado que representa Santana, disse que o que diz respeito às campanhas eleitorais no Brasil foi declarado para a Justiça Federal.

A PF afirmou ainda que ainda há muito material para ser analisado e, por isso, seria necessário manter o casal preso. "Devido ao grande volume de material apreendido, apenas uma análise preliminar foi passível de ser realizada até o presente momento. Ainda que preliminar, a análise do material, aliadas às declarações coletadas em sede policial, permite demonstrar a necessidade de prorrogação da medida cautelar de prisão temporária em relação a parte dos investigados".

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