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Jogos Olímpicos são encerrados em clima de carnaval no Rio de Janeiro

Assim que recebeu a bandeira olímpica, o Japão assumiu o comando da festa e exibiu um vídeo com personagens característicos do país tentando chegar ao Rio de Janeiro. Para apresentar o que está por vir em 2020, os próximos anfitriões apostaram em muita tecnologia e exaltação à cultura japonesa. [Leia mais...]

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Foto : Reuters/Powel Kopczynski

Por Camila Tíssia no dia 22 de Agosto de 2016 ⋅ 06:51

Um espetáculo. A cerimônia realizada no Estádio do Maracanã, na noite desse domingo (21), encerrou os Jogos Olímpicos. Em espetáculo pensado para ressaltar a criatividade do brasileiro e sua capacidade de criar com as próprias mãos, a celebração foi tomada pelo clima de um carnaval e os mais de 200 países - que participaram dos jogos 2016 - deram adeus ao Rio de Janeiro, com muita música brasileira, principalmente o samba.

Em comparação à cerimônia de abertura, o encerramento teve orçamento e tempo reduzido, o que tradicionalmente acontece em Jogos Olímpicos. De acordo com a Agência Brasil, além de receber um aporte financeiro menor, com valores não reveladas pelos organizadores, a apresentação final também foi mais curta, com duração de 2h30, enquanto a abertura se estendeu por quatro horas.

Figura que dividiu brasileiros e norte-americanos durante a cerimônia de abertura, Santos Dumont voltou a ser evocado no encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Fotos dele foram mostradas no telão do Maracanã. O personagem histórico, interpretado pelo ator Tuca Andrade, conferiu que era hora da festa começar em um relógio de pulso, uma de suas invenções.

Na passagem das delegações pelo palco, diversas músicas regionais eram tocadas, em especial o frevo. Mais tarde, uma série de referências aos trabalhadores artesanais do país se encaminhou para uma homenagem a Luiz Gonzaga, o “Rei do Baião”, com a música “Asa Branca”. O Hino Nacional brasileiro foi executado no batuque da percussão e entoado por um coro de crianças, representando cada uma das estrelas da bandeira do país, projetada no chão do estádio.

No encerramento oficial, a chama olímpica foi apagada em um ato cheio de simbolismo. Enquanto a cantora Mariene de Castro interpretava a música Pelo tempo que durar, de Marisa Monte e Adriana Calcanhoto, uma chuva, que representa a abundância das águas tropicais, caiu sobre a pira, extinguindo o fogo. A mensagem passada, no entanto, foi de renovação. Um grande árvore feita de cordas foi içada no centro da cena, em meio a colorida representação da flora brasileira, reforçando o início de um novo ciclo.

Assim que recebeu a bandeira olímpica, o Japão assumiu o comando da festa e exibiu um vídeo com personagens característicos do país tentando chegar ao Rio de Janeiro. Para apresentar o que está por vir em 2020, os próximos anfitriões apostaram em muita tecnologia e exaltação à cultura japonesa.

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