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Associação avalia decisão do STF em proibir vaquejada como "superficial'

A Associação Brasileira de Vaquejada (ABVAQ) acredita que a proibição da vaquejada, entendida pelo Supremo Tribunal Federal como uma prática que maltrata os animais, foi abordada de maneira superficial e que a decisão tomada na última quinta-feira (6) não considerou o trabalho realizado pelas associações. [Leia mais...]

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Foto : Valter Campanato/Agência Brasil

Por Luiza Leão no dia 08 de Outubro de 2016 ⋅ 16:17

A Associação Brasileira de Vaquejada (ABVAQ) acredita que a proibição da vaquejada, entendida pelo Supremo Tribunal Federal como uma prática que maltrata os animais, foi abordada de maneira superficial e que a decisão tomada na última quinta-feira (6) não considerou o trabalho realizado pelas associações.

“O assunto foi abordado de forma muito superficial e não conseguiu entender o trabalho que tem sido feito pelas associações, que é exatamente o de garantir uma condição de execução das provas de vaquejada preservando a condição de bem-estar tanto dos cavalos como dos bois”, disse o vice-presidente da Associação Brasileira de Vaquejada (ABVAQ), Marcos Studart.

A decisão do STF foi votada em plenário e a proibição teve o apoio de 6 ministros ante os 5 que votaram contra. Apesar da determinação da Corte se referir a uma lei estadual, outros estados e o Distrito Federal estão passíveis à sanção. O ministro Marco Aurélio argumentou que conforme laudos técnicos contidos no processo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), os animais envolvidos nas vaquejadas sofrem fraturas nas patas e no rabo e têm, eventualmente, a cauda arrancada.

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