
Brasil
Médica acusada de matar pacientes vai receber R$ 4 milhões em indenização
Uma médica será indenizada em R$ 4 milhões pelo Hospital Evangélico de Curitiba, no Paraná, após ter sido acusada pela unidade de saúde de antecipar a morte de oito pacientes que estavam na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). [Leia mais...]

Foto: Agência Brasil
Uma médica será indenizada em R$ 4 milhões pelo Hospital Evangélico de Curitiba, no Paraná, após ter sido acusada pela unidade de saúde de antecipar a morte de oito pacientes que estavam na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O caso ocorreu em 2013. Na época, Virgínia Soares de Souza, que era chefe da UTI, foi demitida.
No entanto, a justiça absolveu a intensivista e outros sete profissionais no dia 20 de abril deste ano. A decisão foi do juiz Daniel Surdi Avellar, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Curitiba, que considerou que faltavam provas suficientes para a condenação. 'Uma decisão de pronúncia que se repute minimamente democrática jamais poderia se amparar em afirmações genéricas no sentido de que 'ocorriam antecipações' de óbito na UTI do Hospital Evangélico', disse o magistrado na decisão. O Ministério Público do Paraná vai recorrer dessa decisão.
De acordo com a denúncia realizada na época, técnicas médicas teriam sidos usadas para que os pacientes viesse a óbito, com o objetivo de que mais leitos ficassem disponíveis no Hospital Evangélico.
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