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Contran adia obrigatoriedade do exame toxicológico para renovação da CNH

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) optou por adiar a obrigatoriedade do exame toxicológico que prevê a verificação do uso de drogas por motoristas na renovação da CNH. A mudança, que começaria a ser exigida no último dia 3 de junho, passará a vigorar no 1º de janeiro de 2016. Através do teste toxicológico, é possível identificar se o condutor consumiu ou não drogas ilícitas - como maconha, cocaína e rebite - nos últimos 90 dias. [Leia mais...]

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Foto : Reprodução

Por Matheus Simoni no dia 08 de Junho de 2015 ⋅ 14:25

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) optou por adiar a obrigatoriedade do exame toxicológico que prevê a verificação do uso de drogas por motoristas na renovação da CNH. A mudança, que começaria a ser exigida no último dia 3 de junho, passará a vigorar no 1º de janeiro de 2016. Através do teste toxicológico, é possível identificar se o condutor consumiu ou não drogas ilícitas - como maconha, cocaína e rebite - nos últimos 90 dias.  

O exame, realizado através do fio de cabelo do motorista, custa entre R$ 270 e R$ 290, e deve ter seu resultado apresentado no momento de renovação da carteira de habilitação, a cada cinco anos, ou no ato de mudança de categoria.

"Os Detrans precisam da regulamentação porque devem executar a Lei. Muitos, como o Paraná, já estavam em processo de implantação e tiveram de suspender", afirmou o presidente da Associação Nacional dos Detrans e diretor-geral do Departamento paranaense, Marcos Traad.

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