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População reclama de insegurança e estrutura no réveillon da Praça Cayru

Realizado na Praça Cayru, os dois primeiros dias do réveillon de Salvador foram marcados por episódios relacionados a insegurança e falta de infraestrutura na festa, que segue até o dia 1º de janeiro. [Leia mais...]

[População reclama de insegurança e estrutura no réveillon da Praça Cayru ]
Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Metro1 no dia 30 de Dezembro de 2015 ⋅ 10:50

Realizado na Praça Cayru, os dois primeiros dias do réveillon de Salvador foram marcados por episódios relacionados a insegurança e falta de infraestrutura na festa, que segue até o dia 1º de janeiro.

Se a grade de atrações com 23 shows atrai o soteropolitano e o turista para o Comércio, a hora de voltar para casa parece não ter sido tão bem pensada pela Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador). “No Terminal da França não tinha ninguém orientando onde está o ponto de ônibus. No primeiro dia, eu fiquei mais de uma hora esperando e acabei tendo que pegar um ônibus que fazia outro trajeto”, conta o relações internacionais Guilherme Matos. Segundo ele, a situação encontrada no dia seguinte foi semelhante. “Fui pegar informação com um segurança e ele me disse que não sabia de nada. E não tinha ninguém da Transalvador para informar”, completou. 

A falta de segurança também chamou a atenção de quem resolveu prestigiar os primeiros dias da festa. Diferente do ano passado, a estudante Gabriela Lima conta que a sensação de insegurança aumentou em 2015. “Eu fui em 2014 e não vi problema nenhum. Ontem vi muito ladrão, um chegou a roubar a corrente de uma menina que estava atrás de mim”, afirma a estudante que reclama ainda da disposição dos banheiros químicos no espaço da festa. “Foram instalados muito longe do palco e bares. É muito cansativo para quem vai e volta, longe de onde as pessoas ficam concentradas”, explica. 

O espaço destinado ao detector de metais também foi alvo de críticas. Na última quarta-feira (29), uma enorme fila se formou em um dos corredores destinados ao controle. “Poderiam organizar de melhor forma, o outro lado ficava vazia e atrapalhava a entrada na festa”, conta o estudante Matheus Souza.      

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