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Secretários se colocam à disposição para ajudar Museu Carlos Costa Pinto

No Jornal do Meio-Dia da última sexta-feira (12), a Metrópole mostrou que o Museu Carlos Costa Pinto, um verdadeiro patrimônio baiano, sofre com a falta de verbas. Na manhã desta segunda-feira (15), perguntamos ao secretário de Educação, Guilherme Bellintani, o que pode ser feito para ajudar o museu. Ele reconheceu a importância do acervo e prometeu auxiliar a instituição no que for possível. [Leia mais...]

[Secretários se colocam à disposição para ajudar Museu Carlos Costa Pinto]
Foto : Tácio Moreira/ Metropress

Por Matheus Simoni e Bárbara Silveira no dia 15 de Junho de 2015 ⋅ 18:51

No Jornal do Meio-Dia da última sexta-feira (12), a Metrópole mostrou que o Museu Carlos Costa Pinto, um verdadeiro patrimônio baiano, sofre com a falta de verbas. Na manhã desta segunda-feira (15), perguntamos ao secretário de Educação, Guilherme Bellintani, o que pode ser feito para ajudar o museu. 

Ele reconheceu a importância do acervo e prometeu auxiliar a instituição no que for possível. 

 

\"\""O que a gente compreende naturalmente é que o museu Carlos Costa Pinto tem uma importância enorme para a cidade. Esta importância se esconde as vezes. É um museu que dá uma aparência equivocada de ser um museu excessivamente sofisticado. Mas, na verdade, se a gente compreende bem o que está ali dentro, compreendemos que aquilo é reflexo da história da cidade. Logicamente, o que está ali exposto é um sinal de sofisticação. Mas a forma como aquilo chegou até ali, a produção e o envolvimento daquelas peças no histórico da cidade mostram o desenvolvimento de Salvador", declarou. 

 

"Acho que é um dos museus mais relevantes que nós temos na cidade e o que eu puder fazer como secretário de Educação, eu irei fazer", completou Bellintani. Já o secretário de Cultura e Turismo do município, Érico Mendonça, afirmou que a Prefeitura está disponível para ajudar, mas precisa que a família Costa Pinto o procure. "Vindo aqui para me dizer o que é que eles estão passando, iremos ver se existe alguma forma de contribuir, através de patrocínio ou algo que possamos ajudá-los, já que eu não sei quais são os problemas deles", afirmou. 

Mendonça disse também que a administração do museu deve seguir o exemplo da família de Jorge Amado, que entrou em contato com a Prefeitura e conseguiu viabilizar a Casa do Rio Vermelho, inaugurada no ano passado. "O caso da Casa de Jorge Amado foi diferente porque a família nos procurou pedindo que fizéssemos da casa um memorial em homenagem a Jorge e a Zélia. Não existia nada, eles fizeram um pedido, elaboramos o projeto através da Fundação Casa de Jorge Amado. E agora ela está lá funcionando. No caso do museu Carlos Costa Pinto, não recebemos nenhuma demanda do gestor do museu", disse o secretário. 

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