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Prefeitura inicia ordenamento de ambulantes no Cabula

A Prefeitura de Salvador, informou nesta segunda-feira (15), que através da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), iniciou o ordenamento do comércio informal na região do Hospital Roberto Santos, no bairro do Cabula. A assessoria da Prefeitura disse que agentes removeram as antigas barracas que funcionavam de forma irregular. [Leia mais...]

[Prefeitura inicia ordenamento de ambulantes no Cabula]
Foto : Divulgação/ Agecom

Por Bárbara Gomes no dia 15 de Junho de 2015 ⋅ 19:10

A Prefeitura de Salvador, informou nesta segunda-feira (15), que através da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), iniciou o ordenamento do comércio informal na região do Hospital Roberto Santos, no bairro do Cabula. A assessoria da Prefeitura disse que agentes removeram as antigas barracas que funcionavam de forma irregular, e que as ações vão continuar a partir desta semana com o cadastramento dos ambulantes. Na ação, os vendedores receberam 30 bancas padronizadas, e devem regularizar a atividade o mais rápido possível para manter o comércio ativo.
 
"A ação é uma resposta às diversas queixas que recebemos sobre a falta de higiene e segurança na região. Além disso, ali eram comercializados produtos para os quais os vendedores não possuíam autorização, como bebidas. As pessoas que trabalham com esta atividade devem se adequar às leis que regem o comércio de rua, principalmente em relação à venda de alimentos. Esta ação tem o objetivo de resgatar a dignidade e o respeito destas pessoas, além de garantir a segurança de quem frequenta o lugar e consome os produtos que ali são vendidos", explicou a secretária municipal de Ordem Pública, Rosemma Maluf.
 
O coordenador de Licenciamento e Fiscalização da Semop, Glauco Bastos, disse que agentes da secretaria vão realizar visitas ao local para fazer o cadastro dos ambulantes. "Geralmente acontece o contrário: o ambulante procura a Semop para se regularizar. Como a situação do Roberto Santos se trata de uma ação originada na secretaria, cabe a nós esse trabalho de procurar os comerciantes para fazer o cadastramento. Antes da remoção, conversamos com todos os envolvidos e explicamos o que precisaria ser feito", disse. 

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