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"Dilatação do prazo”: Centro de Convenções deve ser entregue até setembro

A reforma do Centro de Convenções da Bahia foi comentada pelo secretário de Turismo da Bahia, Nelson Pelegrino, em entrevista à Rádio Metrópole nesta segunda-feira (25). [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Bárbara Silveira e Paloma Andrade no dia 25 de Janeiro de 2016 ⋅ 08:55

A reforma do Centro de Convenções da Bahia foi comentada pelo secretário de Turismo da Bahia, Nelson Pelegrino, em entrevista à Rádio Metrópole nesta segunda-feira (25). Pelegrino negou a denúncia que as obras estejam paradas, mas anunciou uma “pequena dilatação do prazo” de entrega do equipamento de “60 a 90 dias”. O primeiro prazo dado pela secretária foi junho de 2016, com isso, o equipamento deve ser entregue até setembro.

"Dar prazo numa obra de um equipamento que tem 36 anos de idade é muito complicado. A obra ta andando, quando sair daqui vou lá ver como está. Dividimos a obra em 3 etapas: a primeira são obras emergentes, que se n fossem realizadas colocariam em risco a estrutura do prédio. O prazo estabelecido desta etapa foi de 6 meses, mas vamos atrasar de 30 a 60 dias, porque descobrimos problemas estruturais ao longo do percurso, e tivemos que executar novas metas. A segunda é a urgente, que é necessário fazer, mas pode aguardar um pouco mais porque não coloca em risco a estrutura do prédio, mas são importantes para a reabertura do equipamento. E a terceira, vamos deflagrar o processo das questões funcionais, por exemplo, a troca do carpete, banheiros reformados, pintura, que são questões estéticas do prédio, para que o equipamento seja aberto e esteja bem apresentado para a comunidade que irá usá lo”, explica.

Como justificativa para a prorrogação do prazo, o secretário lembrou a tragédia da Fonte Nova, quando oito pessoas morreram após a estrutura ceder e garantiu que a segurança tem sido a prioridade do governo.  “Estamos vendo a síndrome da Fonte Nova antiga. A  Fonte Nova foi fechada, houve uma pressão para que ela fosse reaberta, e ai você vê 80 mil pessoas pulando no estádio, num lugar específico, numa fadiga de um material, e o material cedeu e 8 pessoas perderam a vida. Então, há uma preocupação de só reabrir quando o material não correr risco de fadiga”, comparou.

“A prioridade é o Yemanja, mas vamos fazer um reforço estrutural também, no piso entre o segundo e terceiro andar, onde foi pensado para fazer o pavilhão de feiras, mas que acabou sendo feito ao lado. Vamos climatizar o segundo e terceiro andar, que voltará a ser utilizado como pavilhão. Mós tivemos uma mudança na metodologia, a Caixa Econômica Federal está analisando. Eu espero que não passe de 30 dias para a Caixa aprovar. Com essa crise, houve uma redução do turismo de negócio e, com isso, diminuiu as feiras, eventos, congressos”, observa.

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