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Para evitar riscos, árvore morta será removida de circuito do Carnaval

Para evitar riscos à segurança da população que vai curtir o Carnaval na Barra, um oitizeiro de aproximadamente dez anos vai precisar ser removido da região do Porto da Barra. Segundo a Secretaria de Manutenção (Seman), a árvore está morta e já apresenta sintomas como ressecamento e ausência total de folhas. De acordo com a equipe técnica do órgão, diversas perfurações foram encontradas no tronco, o que levanta a suspeita de que o oitizeiro tenha sido envenenado. [Leia mais...]

[Para evitar riscos, árvore morta será removida de circuito do Carnaval]
Foto : Bruno Concha / Agecom

Por Jessica Galvão no dia 29 de Janeiro de 2016 ⋅ 19:03

Para evitar riscos à segurança da população que vai curtir o Carnaval na Barra, um oitizeiro de aproximadamente dez anos vai precisar ser removido da região do Porto da Barra. Segundo a Secretaria de Manutenção (Seman), a árvore está morta e já apresenta sintomas como ressecamento e ausência total de folhas. De acordo com a equipe técnica do órgão, diversas perfurações foram encontradas no tronco, o que levanta a suspeita de que o oitizeiro tenha sido envenenado.
 
O diretor de Operações da Seman, Luciano Sandes, relatou que a situação do vegetal foi verificada após inspeção rotineira dos circuitos do Carnaval. "Por conta da proximidade da festa e do volume de pessoas que estarão na Barra durante o período de folia, a retirada da árvore é necessária para evitar que algum galho venha a cair sobre alguém. Pelas fotos e experiência, podemos sugerir que injetaram substâncias químicas para provocar a morte da árvore, mas para esta afirmação dependemos de uma análise laboratorial o que requer tempo que não temos", disse.
 
O engenheiro Agrônomo da Seman Welison Quadros explica que a árvore, com cerca de cinco metros de altura, foi devidamente avaliada pela equipe técnica, que é composto por agrônomos, biólogos e técnicos agrícolas. Quanto a suspeita de envenenamento, o engenheiro informa que a situação será avaliada. "Recolhemos amostras do tronco, enviamos a um laboratório e devemos ter alguma resposta sobre o que matou o oitizeiro dentro de um mês", concluiu.

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