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Ao invés de shopping, antigo Aeroclube pode dar lugar a outro empreendimento

Com obras paradas, o Shopping Bosque, que funcionaria no lugar do antigo Aeroclube, na Boca do Rio, não saiu do papel após dois anos do anúncio. Com a chegada da crise econômica em 2015, a Prefeitura de Salvador já estuda novas possibilidades para o espaço onde funcionaria o empreendimento do Grupo Jeireissati, que pode deixar de dar lugar a um shopping. [Leia mais...]

[Ao invés de shopping, antigo Aeroclube pode dar lugar a outro empreendimento]
Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Bárbara Silveira no dia 01 de Fevereiro de 2016 ⋅ 10:01

Com obras paradas, o Shopping Bosque, que funcionaria no lugar do antigo Aeroclube, na Boca do Rio, não saiu do papel após dois anos do anúncio. Com a chegada da crise econômica em 2015, a Prefeitura de Salvador já estuda novas possibilidades para o espaço onde funcionaria o empreendimento do Grupo Jeireissati, que pode deixar de dar lugar a um shopping.

"A prefeitura de outro lado tem apertado eles, ele teve conversas recentes com o senador Tarso Jeireissati. O prefeito deu um prazo, teve com o senador, que também está estudando outro negócio dentro do próprio modelo legal. Está sendo discutido com o MP pra ver se é viável, e se der certo, a cidade ganhará muito. Ainda tá em fase embrionário, parece que foram 150 dias dados pra apresentar o projeto. Se for compatível com o processo que está lá”, explicou o secretário de Urbanismo de Salvador, Silvio Pinheiro, em entrevista à Rádio Metrópole nesta segunda-feira (1º).

De acordo com o secretário, a resolução do imbróglio é uma das prioridades do prefeito ACM Neto, que já afirmou, também em entrevista à Metrópole, que a população terá “boas surpresas” com mudanças que estão sendo previstas para a obra. “Quando assumimos, esse era um dos grandes flagelos da nossa cidade. Ali tinha as ruínas do Aeroclube e o descampado ao lado, o prefeito junto ao MP buscou fechar um entendimento que atendesse o interesse público e permitisse a construção do shopping, os antigos concessionários fecharam um modelo de negócio com o grupo Jeireissati, e eles acreditaram muito no projeto, iniciaram a demolição, concluíram, iniciaram o parque, quem passa lá vê algum volume de obra, não é o desejado, acompanhamos tudo, tem um certo atrasado, e eles afirmam que é por conta da crise”, disse.

Uma das contrapartidas para a realização da obra é a construção do Parque dos Ventos, área de lazer ao lado do shopping com pista de cooper, skate, e anfiteatro e, segundo Pinheiro, mesmo que o shopping não seja construído, o parque está assegurado.

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