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Imóveis abandonados no Rio Vermelho são vistoriados em ação contra Aedes

Agentes de endemias do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Saúde (SMS), vistoriaram nesta terça-feira (16), alguns imóveis nos bairros do Rio Vermelho e de Amaralina que estavam abandonados. O objetivo da ação foi tentar eliminar possíveis focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika virus. [Leia mais...]

[Imóveis abandonados no Rio Vermelho são vistoriados em ação contra Aedes]
Foto : Divulgação / Agecom

Por Jessica Galvão no dia 16 de Fevereiro de 2016 ⋅ 14:48

Agentes de endemias do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Saúde (SMS), vistoriaram nesta terça-feira (16), alguns imóveis nos bairros do Rio Vermelho e de Amaralina que estavam abandonados. O objetivo da ação foi tentar eliminar possíveis focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika virus.

Segundo o coordenador da área, Reginaldo Fernandes, a primeira ação aconteceu no antigo Vagão da Paciência, que é parte da estrutura de um trem transformada em um bar nas décadas de 1970 e 1980, nas imediações da Praia da Paciência. A segunda atividade do dia se deu em um condomínio abandonado, com cerca de oito apartamentos, na Rua Conde da Castanheira, localizada atrás da Praça das Baianas, em Amaralina. Em ambos os casos, a abertura dos imóveis contou com o auxílio de um chaveiro. Os locais foram  vistoriados, com a erradicação dos focos do mosquito Aedes encontrados, e fechados posteriormente.

"Esta é uma ação de rotina, apesar de estarmos na semana nacional de enfrentamento do mosquito causador da dengue, do vírus zika e da febre chikungunya. Todos estes imóveis já estavam catalogados pelo CCZ e faziam parte de nosso cronograma preventivo de ações. No Vagão não encontramos sinais do mosquito, nem sequer larvas, mas no condomínio, logo de cara, achamos um tonel plástico com muitas larvas dentro. Neste caso, fizemos a limpeza seguida da coleta de amostras e erradicação do criadouro e fechamos a casa após constatar que já não havia perigo", disse Reginaldo.

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