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"Se não cobrar, final vai ser o pior possível", diz Seeb sobre Hospital Espanhol

Com as atividades paradas desde setembro de 2014, os ex-funcionários do Hospital Espanhol, em Salvador, ainda cobram uma solução para o futuro da unidade e a dívida trabalhista que a instituição tem com os profissionais. O hospital foi fechado com a justificativa de uma crise financeira. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira / Metropress

Por Camila Tíssia no dia 19 de Fevereiro de 2016 ⋅ 09:43

Com as atividades paradas desde setembro de 2014, os ex-funcionários do Hospital Espanhol, em Salvador, ainda cobram uma solução para o futuro da unidade e a dívida trabalhista que a instituição tem com os profissionais. O hospital foi fechado com a justificativa de uma crise financeira. Em entrevista à Rádio Metrópole, na manhã desta sexta-feira (19), a presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Estado da Bahia (Seeb), Lúcia Duque, afirma que se não houver uma cobrança "o final vai ser o pior possível".

"Até o momento não há perspectiva de abertura. Há uma suspeita de negociaçao com a Promédica, AMS, Amil, mas até agora nada fechado e o sindicato não está tendo nenhum acesso à essas negociações. Estamos pleiteando isso com a diretoria, por conta do nosso dierito de trabalharoes, a divida de INSS e atrasos de salários", disse.

O grupo chegou a fazer uma manifestação na manhã dessa quinta (18) e, ainda segundo o sindicato, a dívida com os trabalhadores chega a R$ 84 milhões. Lúcia Duque fala que é um caso que precisa ser investigado, pois o hospital tinha um faturamento mensal de R$ 25 mil.

"Realmente tem que saber o que aconteceu. O Ministério Público está investigando, mas a gente também não teve acesso. Tem que investigar porque houve muito dinheiro público invetsido, como a Caixa, Densebahia, o próprio SUS. Um hospital com 35 leitos de UTI, tem que invetsigar. A sociedade nem os trabalhadores podem perder esse hospital", pontuou.

A presidente do sindicato ainda reforçou que nenhum processo de negociação é compartilhado com esses profissionais. "Houve uma mudança de gestão na unidade, depois que houve não tivemos mais acesso nem contato com essa nova gestão. Temos o conhecimento que tem uma empresa de auditoria lá dentro, mas que também temos miuta dificuldade de saber como está o processo", disse.

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