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Protesto do transporte alternativo deixa trânsito complicado no Comércio

Um protesto feito pelos motoristas do transporte alternativo de Salvador deixa o trânsito complicado na região do Comércio, na manhã desta segunda-feira (29). De acordo com a Transalvador, eles saíram, por volta das 7h, com vans do Largo de Roma, na Cidade Baixa, em direção à sede da prefeitura, no centro da cidade. [Leia mais...]

[Protesto do transporte alternativo deixa trânsito complicado no Comércio]
Foto : Milene Rios/Metropress

Por Camila Tíssia no dia 29 de Fevereiro de 2016 ⋅ 09:24

Um protesto feito pelos motoristas do transporte alternativo de Salvador deixa o trânsito complicado na região do Comércio, na manhã desta segunda-feira (29). De acordo com a Transalvador, eles saíram, por volta das 7h, com vans do Largo de Roma, na Cidade Baixa, em direção à sede da prefeitura, no centro da cidade. A situação reflete também no trânsito da Avenida Jequitaia, no sentido Largo da Calçada. 

Por volta das 9h20, os trabalhadores estavam na altura da Polícia Federal, na Avenida Oscar Pontes, ainda Cidade Baixa. 

De acordo com o sindicato, a manifestação ocorre por conta do aumento da fiscalização contra a atuação das vans no transporte alternativo por fiscais da Secretaria de Mobilidade (Semob).

Em nota envida à imprensa, a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) afirma que é obrigação da Prefeitura coibir qualquer transporte público que não seja regulamentado. Os meios de transporte legais, fiscalizados pelo município, são o Serviço de Transporte Público Coletivo de Passageiros por Ônibus (STCO), o Subsistema de Transporte Especial Complementar (STEC), Táxis e Transportes Escolares.

 “O transporte clandestino oferece risco à população porque não passa por vistoria, não paga imposto, não sabemos quem é o motorista que está dirigindo aquele veículo, nem o histórico do mesmo, muito menos o estado de conservação do carro. O transporte público hoje é licitado e tem que se adequar aos princípios de segurança. O que a Prefeitura faz junto com o Estado é cumprir a lei. O transporte alternativo é uma contravenção", diz o secretário de Mobilidade, Fábio Mota.

 

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