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MK pede que Neto combata táxis clandestinos: “Prometeu e nada até hoje"

Direto dos Estados Unidos, Mário Kertész comentou na manhã desta terça-feira (15) o cenário político nacional e a repercussão das manifestações contra o governo Dilma Rousseff, no último domingo (13). [Leia mais...]

[MK pede que Neto combata táxis clandestinos: “Prometeu e nada até hoje
Foto : Tácio Moreira/ Metropress

Por Matheus Morais no dia 15 de Março de 2016 ⋅ 07:35

Direto dos Estados Unidos, Mário Kertész comentou na manhã desta terça-feira (15) o cenário político nacional e a repercussão das manifestações contra o governo Dilma Rousseff, no último domingo (13). “O PSDB já conversa com o PMDB no cenário pós Dilma. Lula disse que aceita ser ministro de Dilma se houver mudanças na economia. Que mudanças? Deve ser aquela proposta do instituto presidido por Márcio Pochmann. A gente não sabe o que vai acontecer no seio da Operação Lava jato, que tem muita coisa para acontecer. A partir de hoje. o Congresso Nacional vai esquentar, impulsionado pela movimentação do povo nas ruas. Não é possível que o Congresso não ouça a voz rouca das ruas”, ressaltou.

MK também falou sobre Wellington César Lima e Silva, que deixou o Ministério da Justiça, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).  “Fiquei chateado com o que aconteceu com o ministro Wellington César. Jaques Wagner foi cruel com ele, quando o expôs a essa história”, disse

Sobre o novo regulamento para taxistas, apresentado na tarde de segunda-feira (14), pelo prefeito ACM Neto e pelo secretário de Mobilidade de Salvador, Fábio Mota, MK afirmou que é preciso combater os táxis clandestinos. “Eles disseram que o Uber será combatido. Mas, por que não começar a combater os clandestinos que estão nas portas dos hotéis, na rodoviária, no aeroporto? Essa conversa é conversa de véspera de eleição. Há quase 4 anos, em plena campanha, ACM Neto, então deputado, quando ia para Brasília, reuniu-se com os taxistas e prometeu combate aos clandestinos e nada até hoje. Enrolação desse tipo, confete desse tipo, às vésperas da eleição, não”, criticou. 

Mário Kertész também comentou a volta do presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo, da China, onde estava acompanhado com o governador do estado, Rui Costa. “Vamos esperar que o nosso deputado Marcelo Nilo corte verdadeiramente na carne os R$ 500 milhões, que ele administra. Tomara que ele tenha voltado falando melhor o português, mas duvido. Vai embolar com o mandarim”, destacou. 

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