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Manifestantes a favor do PT ocupam o Campo Grande; PM estima 50 mil pessoas

Manifestantes a favor da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula ocupam a Praça do Campo Grande, em Salvador, na tarde desta sexta-feira (18). Com faixas e cartazes, eles pedem a permanência do Partido dos Trabalhadores no poder.[Leia mais...]

[Manifestantes a favor do PT ocupam o Campo Grande; PM estima 50 mil pessoas]
Foto : Matheus Morais/Metropress

Por Bárbara Silveira no dia 18 de Março de 2016 ⋅ 16:04

Manifestantes a favor da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula ocupam a Praça do Campo Grande, em Salvador, na tarde desta sexta-feira (18). Com faixas e cartazes, eles pedem a permanência do Partido dos Trabalhadores no poder.

De acordo com o último balanço divulgado pela Polícia Militar, cerca de 50 mil pessoas participam do ato. Mais cedo, por volta das 15h, os organizadores do evento divulgaram uma parcial de 8 mil presentes, mas o número atualizado ainda não foi divulgado. Aos gritos de "Não vai ter golpe!", o grupo, que tem a presença massiva de movimentos sociais, fecha parte do trânsito na região, o que causa bastante lentidão na região. 

No início da tarde, o vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, desembargador Reis Friede, decidiu suspender liminar da primeira instância do Rio de Janeiro, que impedia a posse do recém-nomeado ministro chefe da Casa Civil da Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão foi proferida em pedido apresentado pela Advocacia Geral da União (AGU).

Na manhã desta sexta, a presidente Dilma veio à Bahia para a entrega de casas do programa Minha Casa, Minha Vida e condenou a atitude do juiz Sérgio Moro de liberar trechos de conversas telefônicas entre ela, Lula, Jaques Wagner e outros políticos e lideranças ligadas ao governo.

“Gravaram nossa conversa. Grampo não é algo lícito, limpo, é ilícito. É previsto como crime pela legislação. Não é por eu ser Dilma, é por eu ser presidenta. Esse tipo de gravação não pode ser feita, só pode ser feita com o autorização da Suprema Corte. Eu vou tomar todas as providênciascabíveis”, disse durante discurso. 

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