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Proposta do governo federal pode tornar crime fraudes com órteses e próteses

O governo federal vai encaminhar ao Congresso Nacional, em regime de urgência, um Projeto de Lei para criminalizar fraudes no fornecimento, aquisição ou prescrição de órteses e próteses no Brasil. A medida foi apresentada nesta terça-feira (7) pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro. [Leia mais...]

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Foto : Divulgação

Por Stephanie Suerdieck no dia 07 de Julho de 2015 ⋅ 15:51

O governo federal vai encaminhar ao Congresso Nacional, em regime de urgência, um Projeto de Lei para criminalizar fraudes no fornecimento, aquisição ou prescrição de órteses e próteses no Brasil. A medida, que foi apresentada nesta terça-feira (7) pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, é resultado de um grupo de trabalho criado em janeiro deste ano, junto com os ministérios da Justiça e da Fazenda, para a reestruturação e maior transparência do setor de dispositivos médicos implantáveis (DMI).

Além da responsabilização penal, estão previstas ações para o maior monitoramento deste mercado, por meio da padronização das nomenclaturas e criação de um sistema de informação.

O texto tipifica no artigo 171 do Código Penal o crime de estelionato, responsabilizando administrativa, civil e criminalmente os envolvidos em condutas irregulares e ilegais do setor. Caso seja aprovado, passa a ser crime a obtenção de lucro ou vantagem ilícita na comercialização, prescrição ou uso dos dispositivos. A Polícia Federal, que vai auxiliar na fiscalização das práticas ilegais, criará uma divisão especial de combate a fraudes e crimes contra a saúde.


“A partir deste conjunto de normas será possível abranger e qualificar toda a cadeia de uso dos dispositivos móveis implantáveis. São medidas estruturantes que procuram garantir que o uso de próteses no nosso país seja feito de forma racional, fiscalizada e segura para os pacientes. Estas normas trarão um padrão de segurança para os pacientes, para o responsável pelo hospital e para o especialista. Todo mundo ganha, o processo fica mais transparente e mais padronizado”, garantiu o ministro da Saúde, Arthur Chioro.


 

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