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Entre Páginas: Dia dos Pais? Livro!

Luiz Felipe Pondé é o nome da semana! Personagem desta edição do Entre Páginas Especial, no Teatro Eva Herz, com Mário Kertész, Pondé lança o livro “Filosofia para Corajosos – Pense com a própria cabeça”. O objetivo deste livro é, como diz o subtítulo, ajudar o leitor a pensar com a sua própria cabeça. Para tal, o filósofo e escritor, autor de vários best-sellers, se apoia na história da filosofia para apresentar argumentos para quem quer discutir todo e qualquer tipo' de assunto com embasamento. [Leia mais...]

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Foto : Ilustrativa

Por Nardele Gomes no dia 11 de Agosto de 2016 ⋅ 17:30

Luiz Felipe Pondé é o nome da semana! Personagem desta edição do Entre Páginas Especial, no Teatro Eva Herz, com Mário Kertész, Pondé lança o livro “Filosofia para Corajosos – Pense com a própria cabeça”. O objetivo deste livro é, como diz o subtítulo, ajudar o leitor a pensar com a sua própria cabeça. Para tal, o filósofo e escritor, autor de vários best-sellers, se apoia na história da filosofia para apresentar argumentos para quem quer discutir todo e qualquer tipo' de assunto com embasamento. Afinal, os grandes filósofos estudaram, pensaram e escreveram sobre os temas essenciais com os quais ainda lidamos no mundo contemporâneo.
Pondé também está na próxima sugestão da semana. É o livro “Verdades e Mentiras – Ética e Democracia no Brasil”, de quatro autores: o próprio Luiz Felipe Pondé, Mário Sergio Cortella, Gilberto Dimenstein e Leandro Karnal. É senso comum dizer que todo político mente. Mas não seria a verdade uma ilusão, uma impossibilidade que tornaria a mentira ética? Nesse livro, quatro respeitados pensadores de nosso tempo debatem as fricções que envolvem a tensa relação entre ética e democracia, colocando em xeque as verdades e as mentiras que compõem o universo político nacional. Com opiniões por vezes divergentes, mas que se complementam, eles discutem o que, de fato, define um governo democrático e o quanto ele é reflexo de nosso posicionamento como cidadãos. Os autores trazem à conversa temas que tratam de práticas e dilemas da vida pública com que temos convivido já há bastante tempo e mostram que, mesmo em cenários de crise, há, sim, motivos para acreditar no exercício de uma democracia que tenha o coletivo como bem maior.
“Agora Aqui Ninguém Precisa de Si”, de Arnaldo Antunes, pra fechar. “Recuerde”, diz a placa imperativa em espanhol, enquanto o retrovisor do automóvel mostra o que já ficou no passado. “Eu tenho uma coleção de esquecimentos/ e apenas duas mãos pra ver o mundo”, lamenta o “super-homem submisso” que não alcança o ritmo dos acontecimentos. Resta observar coisas mínimas como uma formiga ou imensas como o universo e seus astros. O tempo e o espaço, a insignificância e a morte são os principais temas deste volume de inéditos de Arnaldo Antunes, que oscilam entre o humor e a desilusão. Alternando poemas em verso e visuais, fotografias e “prosinhas”, a obra é marcada pela pluralidade, pelo registro pop e pela sonoridade, tão próprios ao artista, que assina também o projeto gráfico. Um diálogo sensível e desafiante com o homem contemporâneo.

 

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