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Segurança é uma das principais insatisfações dos soteropolitanos

Uma pesquisa feita pelo Ibope e divulgada nesta terça-feira (23) aponta que a Segurança Pública é a segunda maior preocupação dos eleitores de Salvador. Segundo o censo, 22% das pessoas ouvidas na pesquisa feita na capital baiana nomearam a segurança como pior fator da cidade e a saúde como o problema mais grave. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Laura Lorenzo no dia 23 de Agosto de 2016 ⋅ 17:25

Uma pesquisa feita pelo Ibope e divulgada nesta terça-feira (23) aponta que a Segurança Pública é a segunda maior preocupação dos eleitores de Salvador. Segundo o censo, 22% das pessoas ouvidas na pesquisa feita na capital baiana nomearam a segurança como pior fator da cidade e a saúde como o problema mais grave.

Apenas este ano em Paripe, Lobato e São Cristovão, os três bairros mais perigosos da capital baiana,  foram registrados 75 casos de homicídio, segundo o jornal Correio*. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-Ba), o número de homicídios em Salvador no primeiro semestre deste ano aumentou em 2,5%.

Segundo o titular da 5ª Delegacia (Periperi), Nilton Borba, a falta de infraestrutura de bairros do Subúrbio e o alto contingente populacional dificulta a atuação  da polícia e facilita o tráfico nessas áreas. “É uma área com muitas invasões. Há ruas que não entram carros e as incursões precisam ser a pé. A geografia e essa alta densidade de população são propícias  ao tráfico e a  uma marginalidade mais perigosa”, afirmou Borba, ao jornal.

A pesquisa foi encomendada pela TV Bahia. O Ibope recolheu as informações de 602 eleitores entre os dias 18 (quinta-feira) e 22 (segunda) de agosto. A margem de erro do levantamento é de quatro pontos para mais ou para menos e o nível de confiança da pesquisa é 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) sob o número 02257/2016.

Confira as áreas de maior insatisfação da população de Salvador:

Saúde – 48%

Segurança Pública – 22%

Transporte coletivo – 7%
Educação e geração de empregos – 6%

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