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Organizador do Grito dos Excluídos fala ao Metro1 sobre 22ª edição do movimento

O Grito dos Excluídos é o nome dado ao conjunto de manifestações populares que ocorrem no Brasil na Semana da Pátria, rememorado todos os anos no dia 7 de setembro e que chega a sua 22ª edição em 2016. O movimento tem este ano os temas “Este sistema é insuportável: Exclui, degrada, mata!” e "Vida em primeiro lugar”, como denúncias para as formas de desigualdades existentes no país. [Leia mais...]

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Foto : Sayonara Moreno/Agência Brasil

Por Luiza Leão e Gabriel Nascimento no dia 07 de Setembro de 2016 ⋅ 12:50

O Grito dos Excluídos é o nome dado ao conjunto de manifestações populares que ocorrem no Brasil na Semana da Pátria, rememorado todos os anos no dia 7 de setembro e que chega a sua 22ª edição em 2016. O movimento tem este ano os temas “Este sistema é insuportável: Exclui, degrada, mata!” e "Vida em primeiro lugar”, como denúncias para as formas de desigualdades existentes no país.

Em Salvador, a concentração foi realizada às 9h30 no Campo Grande, em frente ao Teatro Castro Alves e a saída ocorreu após o desfile oficial dos militares. O movimento foi fundado em 1995 pela Igreja Católica e recebe apoio da sociedade civil e movimentos sociais.

Ao Metro1, o coordenador da articulação do Grito dos Excluídos, coordenador da Pastoral Carcerária e da Paróquia Nossa Sra.de Guadalupe, Padre José Carlos afirmou que a população precisa tomar consciência de que ela é protagonista e não espectadora da realidade. "Ou a população toma essa consciência ou ainda vamos amargar em golpes contra a democracia", declarou.

Para o padre, o objetivo geral do Grito é valorizar a vida e anunciar a esperança de um mundo melhor, construindo ações a fim de fortalecer e mobilizar pessoas para atuar nas lutas populares e denunciar as injustiças causadas por esse modelo econômico que degrata, exclui e mata.  

O lema da 22ª edição teve como referência alguns discursos do Papa Francisco, em que o pontífice falou da urgência em romper o silêncio e lutar por mudanças reais dentro do universo capitalista. Para a coordenação nacional da articulação, o Grito precisa acontecer para "manifestar a indignação diante de um sistema político e econômico que descarta a maioria". Ainda segundo os organizadores, o movimento é como "um pequeno grande professor que contribui levando informação e formação e incentivando a participação popular, condição essa para construirmos as mudanças”.

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