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"Culpa da crise": Prefeitura de Salvador arrecada menos do que o previsto

O secretário municipal da Fazenda, Paulo Souto, apresentou nesta sexta-feira (30), na Câmara Municipal, o resultado orçamentário do 2º quadrimestre deste ano, em audiência pública promovida pela Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização, no auditório do Centro de Cultura da Casa. [Leia mais...]

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Foto : Divulgação/Reginaldo Ipê/CMS

Por Matheus Simoni no dia 30 de Setembro de 2016 ⋅ 16:16

O secretário municipal da Fazenda, Paulo Souto, apresentou nesta sexta-feira (30), na Câmara Municipal, o resultado orçamentário do 2º quadrimestre deste ano, em audiência pública promovida pela Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização, no auditório do Centro de Cultura da Casa.

Apesar do superávit orçamentário de R$ 376 milhões, que equivale a uma variação de 77,81% em relação ao período de janeiro e agosto de 2015, a gestão municipal arrecadou menos do que a expectativa. A receita adquirida até agosto de 2016 foi de R$ 3,76 bilhões. O valor representa apenas 56,77% do previsto na Lei Orçamentária Anual (R$ 6,62 bi), em uma manutenção da tendência de queda na arrecadação.

De acordo com Paulo Souto, a crise econômica que o país passa foi o fator principal na queda na arrecadação. Entretanto, o titular da Fazenda considerou que as finanças da Prefeitura estão controladas, mesmo reconhecendo que há margem para uma melhoria dos números. "Acredito que em 2017 não haverá uma significativa melhora, mas já temos sinais de equilíbrio e de um início de retomada da economia", afirmou o secretário.

Segundo a pasta, o percentual de investimentos com recursos próprios (97%) feitos pela gestão municipal é o maior entre todas as capitais brasileiras. "Gostaríamos que esse número fosse maior, mas infelizmente não é. Esperamos que a partir de agora as coisas mudem em relação a repasses do governo federal", disse ele.

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