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Superintendente confirma interesse de grupo, mas nega venda do Hospital da Bahia

O superintendente executivo do Hospital da Bahia, Marcelo Zollinger, afirmou em entrevista à José Eduardo, na manhã desta quinta-feira (6) que ainda não há nada decidido sobre uma possível venda da unidade. Segundo Zollinger, o bom andamento da instituição tem despertado o interesse de empresários. "

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Foto : Tacio Moreira/ Metropress

Por Matheus Morais no dia 06 de Outubro de 2016 ⋅ 10:10

O superintendente executivo do Hospital da Bahia, Marcelo Zollinger, afirmou em entrevista à José Eduardo, na manhã desta quinta-feira (6) que ainda não há nada decidido sobre uma possível venda da unidade. Segundo Zollinger, o bom andamento da instituição tem despertado o interesse de empresários. 

"Há um tempo, a presidente Dilma Rousseff permitiu que fundos internacionais pudessem adquirir ativos hospitalares, isso criou um revoada grande de fundos interessados no mercado médico brasileiro. Nós fomos procurados há algum tempo atrás por redes tentando fazer a aquisição do Hospital da Bahia, porque temos uma hotelaria invejável, tecnologia avançada. É um hospital jovem e tem uma consolidação muito grande. Isso fez com que essas instituições quisessem ter o Hospital da Bahia entre seus ativos", explicou. 

"A reportagem do Valor Econômico não era para ser focada num hospital, mas nosso bom desempenho fez com que eles puxassem a matéria pelo Hospital da Bahia. Nós fomos procurados por esse fundo chinês fortíssimo que tem uma ideia de investir no Brasil. Nós decidimos que nós não teríamos mais interesse em dispor do controle acionário da instituição. Nós queríamos ter um parceiro forte para criar uma rede de hospitais. A Região Metropolitana de Salvador tem um déficit de quase 2500 leitos. Existem muitos hospitais que precisam ser construídos. Essa reforma que estamos fazendo aqui não dá nem para melar. Isso fez com que tivéssemos a ideia de contar com um parceiro forte", completou. 

Na oportunidade, Zollinger ressaltou que não existe nenhum negócio fechado e nem nenhuma proposta formal feita para aquisição do Hospital da Bahia. "Não existe nenhum negócio fechado e nenhuma proposta formal, existe muita especulação. Não temos o objetivo de vender a instituição e passear, partir para outra atividade. Nosso objetivo é continuar no mercado de hospitais", destacou. 

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