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Ação para combater mosquitos transmissores de doenças é realizada na Pituba

Uma ação com o intuito de combater, detectar e exterminar focos do mosquito Aedes aegypti e Aedes albopictus, causadores da dengue, zika vírus e chikungunya foi realizada na região da Praça Ana Lúcia Magalhães, na Pituba. O objetivo é manter o controle e evitar a reprodução do mosquito. [Leia mais...]

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Foto : Tiago Barros/Agecom

Por Camila Tíssia no dia 12 de Outubro de 2016 ⋅ 14:03

Uma ação com o intuito de combater, detectar e exterminar focos do mosquito Aedes aegypti e Aedes albopictus, causadores da dengue, zika vírus e chikungunya foi realizada na região da Praça Ana Lúcia Magalhães, na Pituba, nessa  terça-feira (11). De acordo com a  diretora de Vigilância da Saúde, do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Geruza Moraes, o objetivo é manter o controle e evitar a reprodução do mosquito.

"A ação de inspeção e tratamento é rotineira, feita estrategicamente em seis ciclos de visita. O agente entra na casa do cidadão, faz a inspeção dos prováveis criadouros. Encontrando larvas, realiza o tratamento com o larvicída. Isso é importante porque evita que essa larva evolua para o estágio adulto, chegando a pôr ovos e contaminando pessoas”, disse.

O centro tem realizado, também, um estudo para entender qual a contribuição de cada tipo de criadouro para infestação do Aedes na cidade, em conjunto com a Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), Secretaria de Manutenção (Seman), Casa Civil e Universidade Federal da Bahia (UFBA).

“Habitualmente as ações são mais voltadas para os imóveis. Nós temos uma hipótese de que as áreas externas, em especial as bocas de lobo, tenham contribuição na reprodução desses mosquitos. Vamos investigar todos os imóveis e a área externa, assim conseguiremos entender como funciona a reprodução desses mosquitos e de que forma os focos da área externa influenciam”, afirmou Guilherme Ribeiro, pesquisador de saúde pública da FioCruz e colaborador da CCZ.

A gerente de uma farmácia da região, Gabriela Magalhães,  acha importante esse tipo de trabalho. “É preciso que as pessoas entendam que esse é um problema que acontece em todos os locais. Nós ficamos surpresos ao descobrir que aqui também existe foco dos mosquitos. Com esse auxilio e orientação, acredito que a conscientização chegue mais rápido aos moradores”. 

Informações e denúncias podem ser feitas pelo 160 ou pelo telefone do Centro de Controle de Zoonoses , no (71) 3611-7308. 

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