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Dono do Amado cobra baianos por não pagar 10%: "Tira esse escorpião do bolso"

O chef e dono do restaurante Amado, em Salvador, Edinho Engel, foi entrevista por Dina Rachid, na Rádio Metrópole, nesta segunda-feira (24). Além dele falar sobre os 10 anos do espaço, comemorado neste mês de outubro, Edinho abordou também um assunto polêmico: taxa extra para garçom e maître. Segundo o empresário, é preciso se fazer uma campanha pela valorização do trabalho e serviços em estabelecimentos do ramo. [Leia mais...]

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Foto : Divulgação

Por Camila Tíssia no dia 24 de Outubro de 2016 ⋅ 12:19

O chef e dono do restaurante Amado, em Salvador, Edinho Engel, foi entrevistado por Dina Rachid, na Rádio Metrópole, nesta segunda-feira (24). Além dele falar sobre os 10 anos do espaço, comemorado neste mês de outubro, Edinho abordou também um assunto polêmico: taxa extra para garçom e maître. Segundo o empresário, é preciso fazer uma campanha pela valorização do trabalho e serviços em estabelecimentos do ramo. 

"Só fazem criticar 'ah, porque o serviço é ruim na Bahia...'. A gente tem que valorizar os nossos meninos. O que faz um bom garçom é o cliente, o jeito que ele se relaciona com o garçom, o jeito de entusiasmar de agradecer por um bom serviço que estimula o cara a ter uma postura diferente. Anda muito desprestigiado esse ofício e ele é maravilhoso. Saber servir é um bem", pontuou.

Ainda de acordo com Edinho, esses profissionais são movidos a esse dinheiro e eles necessitam ganhar um extra. "Precisam ser mais gentis e respeitá-lo. Moçada, deem caixinha para o garçom, tira esse escorpião que tem no bolso e dá a caixinha para o garçom. Qualquer coisa, paguem os 10% de serviço, isso é importante para o cara. A gente na Bahia tem, às vezes, o hábito de não pagar. Deem qualquer coisa, o garçom fica feliz e motivado". 

Questionado por uma ouvinte, durante o programa, sobre alguns garçons que deixam o serviço a desejar, o chef respondeu que essa é uma rua de duas mãos. "O garçom tem que ser mais atento para melhorar o serviço e o cliente tem que fazer com que ele melhore. No Amado temos feito esse esforço, mas temos que levantar essa bandeira de reconhecimento porque o serviço melhora junto. Ele recebe salário pelo trabalho, mas a caixa faz a alegria", completou.

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