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Ônibus param de circular no fim de linha de Valéria após protesto no bairro

Os ônibus deixaram de circular no final de linha do bairro de Valéria no início na manhã desta segunda-feira (24), após um protesto que aconteceu por conta da morte do ajudante de pedreiro Adilton Souza de Santana, de 28 anos. De acordo com os rodoviários, o clima é de insegurança na região, pois durante a manifestação moradores atearam fogo em objetos. [Leia mais...]

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Foto :Daniele Rodrigues/Sedur

Por Laura Lorenzo no dia 24 de Outubro de 2016 ⋅ 14:32

Os ônibus deixaram de circular no final de linha do bairro de Valéria no início na manhã desta segunda-feira (24), após um protesto que aconteceu por conta da morte do ajudante de pedreiro Adilton Souza de Santana, de 28 anos. De acordo com os rodoviários, o clima é de insegurança na região, pois durante a manifestação moradores atearam fogo em objetos. 

O diretor do Sindicato dos Rodoviários, Daniel Mota, declarou que os ônibus estão indo apenas até a Estrada do Derba, mas não seguem até o final de linha em Nova Brasília de Valéria. Ainda segundo o diretor, a Polícia Militar (PM) já foi informada sobre a situação de insegurança  no local.

A morte do ajudante de pedreiro Adilton Souza de Santana, que gerou os protestos no bairro, aconteceu por volta das 16h30, após sair de uma igreja evangélica, de acordo com os moradores da região. Eles culpam morte de Adilton à polícia. 

Em resposta ao jornal Correio, a Polícia Militar afirmou que Adilton estava junto com oito homens armados que atiraram contra uma viatura da 31ª CIPM. ” “Houve troca de tiros e o grupo criminosos conseguiu fugir e um dos integrantes, Adilton Souza de Santana, 28 anos, foi atingido e socorrido pela PM para o Hospital do Subúrbio, mas não resistiu. Com ele foi apreendido um revólver calibre 38” disse a PM, por meio da nota. 

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