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Sem vaga, Prefeitura pede três dias para fazer enterro em cemitério público

Quem perde um ente ou um amigo querido sofre para conseguir algo tão simples como um enterro público em Salvador. A família de José Souza Ferreira, além de estar de luto, ainda tem de lidar com a incapacidade de a Secretaria de Ordem Pública (Semop) viabilizar um mero sepultamento. Ferreira morreu na manhã desta segunda-feira (31), às 9h20, no Hospital Geral do Estado, mas seu corpo só poderá ser enterrado na quarta-feira (2) — numa triste ironia, no Dia de Finados. [Leia mais...]

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Foto : Agecom/Divulgação

Por Felipe Paranhos no dia 31 de Outubro de 2016 ⋅ 18:00

Quem perde um ente ou um amigo querido sofre para conseguir algo tão simples como um enterro público em Salvador. A família de José Souza Ferreira, além de estar de luto, ainda tem de lidar com a incapacidade de a Secretaria de Ordem Pública (Semop) viabilizar um mero sepultamento. Ferreira morreu na manhã desta segunda-feira (31), às 9h20, no Hospital Geral do Estado, mas seu corpo só poderá ser enterrado na quarta-feira (2) — numa triste ironia, no Dia de Finados. 

O Metro1 ligou insistentemente para a assessoria de comunicação da Semop no fim da tarde desta segunda, mas não foi atendido em nenhum dos números. Também tentamos entrar em contato com a secretária Rosemma Maluf, sem sucesso.

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