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Prefeitura diz que imóveis demolidos na Ladeira da Montanha já estavam condenado

A partir das demolições de imóveis tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), realizadas pela Secretaria Municipal de Urbanismo (Sucom) na Ladeira da Montanha, a assessoria da Prefeitura de Salvador esclareceu, nesta segunda-feira (25) [Leia mais...]

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Foto : Divulgação/Agecom

Por Bárbara Gomes no dia 25 de Maio de 2015 ⋅ 17:55

A partir das demolições de imóveis tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), realizadas pela Secretaria Municipal de Urbanismo (Sucom) na Ladeira da Montanha, a assessoria da Prefeitura de Salvador esclareceu, nesta segunda-feira (25), que  as ações foram  feitas após avaliação criteriosa de engenheiros da Defesa Civil (Codesal). Na perícia, os imóveis apresentaram riso iminente de desabamento das estruturas.

A prefeitura informou que enviou laudos técnicos para o Iphan, obtendo a autorização para as demolições. O Iphan reconheceu que as estruturas eram fachadas que não possuíam mais valores individuais ou de conjunto que justificassem sua preservação. Ao que parece, as estruturas estavam na Rua da Montanha sem nenhuma utilidade, aguardando a demolição que só veio depois de tragédias.

A prefeitura ressaltou ainda, que todos os imóveis já tinham sido condenados pela Codesal há anos. Mas depois dos acidentes  na região, causados pelas fortes chuvas, os danos estruturais se agravaram. A Sucom destacou que a demolição é a última ação a ser feita, pois é dispendiosas aos cofres municipais.

Para completar as dificuldades no processo de demolição, há uma fiscalização rigorosa do Iphan no Conjunto Arquitetônico Paisagístico e Urbanístico do Centro Histórico de Salvador. Todas as intervenções feitas em imóveis da área de proteção precisam de avaliação prévia da Autarquia que tem a função de proteger o Patrimônio Histórico Nacional.

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