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Governo diz que Sindilimp ameaçou incendiar colégio; vereador nega

Após a prisão da coordenadora geral do Sindicato dos Trabalhadores de Limpeza Urbana da Bahia (Sindilimp-BA), Ana Angélica Rabelo, na manhã deste sábado (25), durante um protesto que cobrava o pagamento de salários atrasados dos servidores terceirizados, realizado em frente ao Colégio Landulfo Alves, em Salvador, e sua soltura, algumas horas depois, o governo do estado afirmou que o Sindilimp pretende incendiar a unidade escolar. A escola abrigará um concurso neste domingo (26). [Leia mais...]

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Foto : Secom/ Governo da Bahia

Por Matheus Morais no dia 25 de Julho de 2015 ⋅ 23:21

Após a prisão da coordenadora geral do Sindicato dos Trabalhadores de Limpeza Urbana da Bahia (Sindilimp-BA), Ana Angélica Rabelo, na manhã deste sábado (25), durante um protesto que cobrava o pagamento de salários atrasados dos servidores terceirizados, realizado em frente ao Colégio Landulfo Alves, em Salvador, e sua soltura, algumas horas depois, o governo do estado afirmou que o Sindilimp pretendia incendiar a unidade escolar. A escola abrigará um concurso neste domingo (26).

Segundo o Executivo Estadual, membros do sindicato espalharam óleo combustível nas dependências do colégio e ameaçaram atear fogo no local, caso os terceirizados não fossem atendidos em seus pleitos, como os salários atrasados. Em entrevista ao Metro1, logo após ser solta, a coordenadora do Sindilimp, Ana Angélica Rabelo, afirmou que membros do sindicato pretendem voltar a protestar em frente à unidade escolar neste domingo.

Contatado pelo Metro1, o membro do Sindilimp e vereador Luiz Carlos Suíca (PT), afirmou que o sindicato não teve acesso às dependências do colégio, e que nunca passou pela cabeça de ninguém incendiar a unidade escolar. “Isso é uma irresponsabilidade. Quem está fazendo isso é para tirar a responsabilidade do foco do governo. Invés de tentarem resolver, ficam querendo incriminar as pessoas com provas falsas”, disse. “A Não vão intimidar ninguém com esse tipo de comportamento. A luta vai continuar, isso acontecia na Ditadura”, completou.

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