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Paulo Miguez defende Carnaval que “não roube espaço do público”

Em entrevista à Rádio Metrópole nessa segunda-feira (27), o vice-reitor da Universidade Federal da Bahia (Ufba) opinou sobre a mudança do modelo de Carnaval praticado em Salvador ao longo dos últimos anos. [Leia mais...]

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Foto : Divulgação / Agecom

Por Bárbara Silveira no dia 27 de Julho de 2015 ⋅ 08:40

Em entrevista à Rádio Metrópole nessa segunda-feira (27), o vice-reitor da Universidade Federal da Bahia (Ufba) opinou sobre a mudança do modelo de Carnaval praticado em Salvador ao longo dos últimos anos. "Acho que há alguns sinais positivos sobre o Carnaval, a festa na quarta-feira é uma resposta da cidade ao modelo do Carnaval. Ele enrijeceu, exigiu que a presença no Carnval tenha como contra partida procurar patrocinadores, quando os blocos começam a sair na quarta-feira é romper com o modelo que estava se esclerosando”, disse.

Em comparação com a evolução da festa em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, Miguez acredita que a Bahia saiu em desvantagem. “As pessoas se esquecem que o Carnaval é o espaço da galhofa, da brincadeira, da transgressão, caberá ao setor público não permitir que essa manifestação seja capturada (...) Acho que a Bahia tem capacidade de vender tão grande, desde que não roube espaço público, é válido”.

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