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“Somos programados para morrer”, opina Affonso Romano

Um dos convidados especiais do Entre Páginas sobre a morte, transmitido, ao vivo, pela Rádio Metrópole, direto do Teatro Eva Herz, nesta terça-feira (28), Affonso Romano de Sant’Anna, afirmou que a morte é inevitável.

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Matheus Morais no dia 28 de Julho de 2015 ⋅ 18:03

Um dos convidados especiais do Entre Páginas sobre a morte, transmitido, ao vivo, pela Rádio Metrópole, direto do Teatro Eva Herz, nesta terça-feira (28), Affonso Romano de Sant’Anna, afirmou que a morte é inevitável. “Somos programados para morrer. Eu penso na vida programada, e com a morte programada. Não adianta a medicina se desenvolver. Fico pensando aqui se tem pessoas ligadas ao poder e agitar esse poder. O morto não é um objeto pessoal. É público", disse.

“Nos EUA, as pessoas morrem em paz. Temos que mudar a legislação brasileira. O conselho federal de medicina pensa uma coisa e os deputados outra. Ocupar a morte e a vida, estabelecer a vida é algo fundamental. A pessoa tem que viver os últimos dias em paz.  O que existe de cuidadores lá, amparando velhinhos que ja foram embaixadores ou ministros, acabam servindo de muleta para a pessoa. É preciso mudar a legislação a esse respeito”, afirmou Romano de Sant’Anna. .

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