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Prefeitura admite que local de construção da Coelba no Rio Vermelho "é péssimo"

Durante o Jornal do Meio-Dia, da Rádio Metrópole, desta sexta-feira (31), discutiu-se a estranheza que uma construção que faz parte da reforma do Rio Vermelho. Um cubo de alvenaria está sendo erguido na curva da Praia da Paciência, o que tem revoltado alguns grupos de moradores. Questionada pela Metrópole, a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, admitiu que "o lugar é péssimo". A construção vai obstruir parte da vista para a praia. [Leia mais...]

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Foto : Reprodução/Blog do Rio Vermelho

Por Bruno Brasil no dia 31 de Julho de 2015 ⋅ 12:40

Durante o Jornal do Meio-Dia, da Rádio Metrópole, desta sexta-feira (31), discutiu-se a estranheza que uma construção que faz parte da reforma do Rio Vermelho. Um cubo de alvenaria está sendo erguido na curva da Praia da Paciência, o que tem revoltado alguns grupos de moradores. Questionada pela Metrópole, a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, admitiu que "o lugar é péssimo". A construção vai obstruir parte da vista para a praia.

Scofield informou que o cubo de alvenaria "é uma estrutura para abrigar a rede" da Coelba, necessária para o aterramento da fiação de baixa, média e alta tensão. Segundo Tânia, a Coelba determina que a cada 600 metros exista uma destas armações. 

"O lado esquerdo é todo ocupado por construções privadas, entre residências e comércios, e optou-se pelo único lado público disponível, que era a praia", falou Scofield, antes de prometer que a FMLF, que cuida da reforma, vai estudar uma maneira de compensar o problema.

Na última quinta-feira (30), a Metrópole publicou que as pedras portuguesas que davam charme ao tradicional Beco do Boteco do França haviam sido retiradas e substituídas por cimento. Diante da má repercussão do caso, a Sucom rapidamente se manifestou e informou que a intervenção está sendo reavaliada. "Acredito que conseguiremos manter as pedras portuguesas sobre a base em concreto. Assim, fica mais sólida e requer menos manutenção ao longo do tempo. A FMLF já está cuidando", disse Silvio Pinheiro, secretário da Sucom.

* Com redação de Felipe Paranhos

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