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Ícone do rádio crítica falta de personalidade na FM e exalta MK como exemplo

Durante a palestra Tech Days, realizada nesta sexta-feira (31), o presidente da Associação das Produtoras Independentes de Rádio e outros Conteúdos de Áudio (APRAIA -SP), Luiz Henrique Romagnoli, comentou sobre o atual panorama das rádios FM no Brasil. O evento, que é promovido pela Embrasec Editora e Eventos e pela Revista Rádio e Negócios.com, aborda temas relacionados às inovações tecnológicas do rádio e da televisão. [Leia mais...]

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Foto : Paloma Andrade/Metropress

Por Matheus Simoni no dia 31 de Julho de 2015 ⋅ 18:04

Durante a palestra Tech Days, realizada nesta sexta-feira (31), o presidente da Associação das Produtoras Independentes de Rádio e outros Conteúdos de Áudio (APRAIA -SP), Luiz Henrique Romagnoli, comentou sobre o atual panorama das rádios FM no Brasil. O evento, que é promovido pela Embrasec Editora e Eventos e pela Revista Rádio e Negócios.com, aborda temas relacionados às inovações tecnológicas do rádio e da televisão. Para Romagnoli, o apresentador Mário Kertész é um exemplo de personalidade nas rádios.

"O rádio tinha e não tem mais grandes equipes. Teve um tempo que tinha cinco repórteres, quatro jornalistas e outras coisas. As equipes eram muito boas e muito qualificadas. Quem começava, já começava com qualidade. O que o rádio tinha e não tem mais? Personalidade. Hoje em dia, temos como personalidade na Metrópole o bom e velho Mário Kertész. Temos vários outros comunicadores bacanas, mas não na quantidade que você tinha. Na FM, a tendência atual, é entra vinheta, sai vinheta e você só sabe o nome do caboclo que está no ar quando ele se despede", disse ele.

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