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FMLF explica diferenças no aterramento de rede elétrica na Barra e Rio Vermelho

Uma das polêmicas envolvendo o projeto de requalificação do bairro do Rio Vermelho é a colocação de cubos de alvenaria na orla, que vão abrigar os transformadores da Coelba e que comprometem a vista para o mar. Tânia Scofield, presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), órgão vinculado à Prefeitura de Salvador, explicou ao Metro1 que se trata de uma estrutura para abrigar a rede da Coelba [Leia mais...]

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Foto : Divulgação/ Agecom Salvador

Por Ticiane Bicelli no dia 10 de Agosto de 2015 ⋅ 18:38

Uma das polêmicas envolvendo o projeto de requalificação do bairro do Rio Vermelho é a colocação de cubos de alvenaria na orla, que vão abrigar os transformadores da Coelba e que comprometem a vista para o mar. Tânia Scofield, presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), órgão vinculado à Prefeitura de Salvador, explicou ao Metro1 que se trata de uma estrutura para abrigar a rede da Coelba, necessária para o aterramento da fiação de baixa, média e alta tensão. “A Coelba exige a construção de uma CT a cada 600m”.  

Ainda de acordo com Scofield, a escolha do local para colocação dessas armações foi em detrimento da preservação dos imóveis. “No caso do Rio Vermelho, para não desapropriar e criar novos problemas - até porque a prefeitura hoje evita rigorosamente qualquer tipo de desapropriação - , nós optamos pelo lado da praia. Evidentemente o impacto na paisagem urbana é muito grande. Estamos discutindo com a Coelba a possibilidade de reduzirmos esse impacto. O problema é que, segundo a Coelba, esta é uma questão de segurança”, explica.

Questionada pelo Metro1 o motivo de a Barra não ter recebido os mesmos equipamentos na orla, quando passou por intervenções no projeto de requalificação, a presidente da FMLF explicou que o aterramento da rede elétrica ainda não foi feito. “Toda a parte civil da rede da Barra está pronta, mas a passagem da rede ainda não foi realizada por não termos ainda construído a CT. Na Barra não tínhamos espaço e precisamos desapropriar um imóvel por falta de opção, além de negociar com o Hospital Espanhol uma área para construção de outra CT, já que entre uma e outra é necessária a distância de 600m”, tentou justificar.

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