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Vila Laura: com buracos por toda parte, “Rua da Lama” acumula reclamações

Trafegar pela Rua Jorge Novis, na Vila Laura, é tarefa mais que difícil. São tantos buracos que a via ficou popularmente conhecida como Rua da Lama. E o problema não é recente, segundo empresários da região [Leia mais...]

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Foto : Gabriel Nascimento/Metropress

Por Bárbara Silveira no dia 11 de Agosto de 2015 ⋅ 08:43

Trafegar pela Rua Jorge Novis, na Vila Laura, é tarefa mais que difícil. São tantos buracos que a via ficou popularmente conhecida como Rua da Lama. E o problema não é recente, segundo empresários da região, vários pedidos de recapeamento já foram feitos à Prefeitura de Salvador, mas nenhum foi atendido.

“Já protocolamos diversos pedidos de reparação da rua na Sucop e também oficiamos diretamente o gabinete do prefeito e fomos ignorados até o momento" diz Noeme de Carvalho, presidente da associação de empresas da Rua Jorge Novis  (AJNOVIS).

De acordo com Noeme, boa parte do problema também é de responsabilidade da Embasa, velha conhecida por esburacar as ruas de Salvador. “Ignora sistematicamente os pedidos de reparação. Temos esgoto à céu aberto, quando não misturado com a água pluvial. O cheiro está insuportável”, conta. Por se tratarem, em sua maioria, de empresas do ramo alimentício, a falta de infraestrutura fica ainda mais grave.“O risco para a saúde da população é grande”, acrescenta a presidente da associação, que acumula dezenas de protocolos pedindo uma solução para o problema junto a Embasa e administração municipal.

Além dos buracos, a grande quantidade de água parada tem transformado a via em foco de mosquitos causadores da Dengue, Zica e Chikungunya. “Não é de hoje, ela se agrava muito com esse período de chuva. A gente é obrigado a conviver com ratos, muitos mosquitos, cobras, baratas. Frequentemente, as pessoas ficam doentes e se afastam das empresas por conta disso. Quando chove muito, as pessoas são obrigadas e pedir carona porque não conseguem trafegar”, conta o funcionário de uma empresa da região, em entrevista à Rádio Metrópole, que não quis se identificar.

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