Cidade

"É preocupante", diz Sindimed sobre superlotação do Roberto Santos

Durante entrevista à Rádio Metrópole, na manhã desta sexta-feira (21), o médico Francisco Magalhães, presidenteSindimed (Sindicato dos Médicos da Bahia), comentou a atual situação de superlotação do Hospital Roberto Santos (HGRS), localizado no bairro do Cabula, em Salvador. [Leia mais...]

[Imagem not found]
Foto : Reprodução / Sindsaúde

Por Camila Tíssia no dia 21 de Agosto de 2015 ⋅ 10:00

Durante entrevista à Rádio Metrópole, na manhã desta sexta-feira (21), o médico Francisco Magalhães, presidente  Sindimed (Sindicato dos Médicos da Bahia), comentou a atual situação de superlotação do Hospital Roberto Santos (HGRS), localizado no bairro do Cabula, em Salvador. "É preocupante, quando vi os corredores parecia que estava em outro local, diferente de tudo que já vi antes. Já levei isso ao secretário de saúde. É um dos princiais hospitais do nordeste, tem uma emergência que recebe pacientes de todo o estado, com referência em atendimentos de complexidade, mas está mesmo acontecendo isso", afirmou.

Francisco Magalhães fala que é preciso tomar providências que resolvam a necessidade do paciente e que não basta apenas esvaziar os corredores. "O que acontece é que os pacientes chegam lá com atendimento mais específico e eles não conseguem atender. Já pedimos ao secretário uma atenção em relação a isso. Os médicos teem demonstrado preocupação também por que respinga sobre eles a responsabilidade. Essa classificação de risco não está sendo feita por médicos e leva prejuízos para o paciente", contou.

O presidente  do Sindimed reforça que é uma preocupação não só do sindicato, como também de outras entidades médicas e estão trabalhando para ver como vão resolver isso. "Não é para atender demandas que não sejam de capacidade deles, não é somente transferir e jogar o paciente na UPA, o hospital precisa de atendimento qualificado".

Francisco Magalhães esclarece que ainda não teve contato com o diretor da unidade, apenas com o secretário. "Vamos trabalhar sobre o processo de qualificação de atendimento do hospital, - essa foi a resposta da secretaria. Pois o que vimos foi uma emergência totalmente vazia e uma UPA superlotada", afirmou.

Notícias relacionadas