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Diretor do Hospital Roberto Santos nega falta de atendimento na unidade

Em resposta as denúncias do Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed) sobre a falta de atendimento e superlotação no Hospital Roberto Santos, em Salvador, o diretor da unidade, Antônio Raimundo, negou que os pacientes que chegam a unidade fiquem sem a devida assistência ou sejam encaminhados a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). [Leia mais...]

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Foto : Secom/Bahia

Por Bárbara Silveira no dia 21 de Agosto de 2015 ⋅ 10:20

Em resposta as denúncias do Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed) sobre a falta de atendimento e superlotação no Hospital Roberto Santos, em Salvador, o diretor da unidade, Antônio Raimundo, negou que os pacientes que chegam a unidade fiquem sem a devida assistência ou sejam encaminhados a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

“O Roberto Santos tem uma emergência estruturada para atender casos de alta complexidade e a UPA que fica em frente tem capacidade de atender complexidades menores. Talvez, o doutor Francisco [presidente do Sindimed] não conheça a classificação de risco, nós atendemos e nunca atendemos tantos pacientes graves como agora. Aumentamos o número de atendimentos de trombose e AVC, por exemplo, nesse período [de 2015] atendemos mais que o ano passado todo”, pontua.

Apesar de negar a superlotação, o diretor pede a compreensão dos pacientes com a justificativa que o espaço estaria passando por uma “reestruturação”. “Em primeiro lugar, a decisão do governador é fazer uma reestruturação de gestão, e a primeira coisa é melhorar os indicadores internos. Dobramos o número de cirurgias, reduzimos tempo de permanência, o paciente levava 30 dias internado e agora leva 10“, disse. Questionado sobre a reestruturação física, Antônio Raimundo não souber dar datas. “O outro projeto de reestruturação o governador vai anunciar para a população baiana”, explica.

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