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MK comenta descoberta de R$ 51 mi e diz que escândalos não podem parar o país; ouça

Mário Kertész dedicou os primeiros minutos do Bom Dia com MK, na Rádio Metrópole, no início da manhã desta quarta-feira (6), às questões que têm gerado indignação no Brasil. Somente na última terça-feira (5), novos áudios de Joesley Batista, da JBS, foram divulgados, assim como a descoberta de R$ 51 milhões em um apartamento que estaria ligado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB).[Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Gabriel Nascimento no dia 06 de Setembro de 2017 ⋅ 07:18

Mário Kertész dedicou os primeiros minutos do Bom Dia com MK, na Rádio Metrópole, no início da manhã desta quarta-feira (6), às questões que têm gerado indignação no Brasil. Somente na última terça-feira (5), novos áudios de Joesley Batista, da JBS, foram divulgados, assim como a descoberta de R$ 51 milhões em um apartamento que estaria ligado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB).

De acordo com MK, a atual situação do país gera perplexidade. "Quando você assiste aos noticiários com os últimos acontecimentos, gravações, divulgações, dá para ficar perplexo. Você vê que a essa altura, a dúvida pesa sobre o Executivo, Legislativo, Judiciário. Tristeza não pode nos paralisar, indignação deve nos mover", disse.

"Essa história, com todas as acusações envolvendo nomes de muita gente, causa esse tipo de problema, se causa angústia. É um nível tão baixo... Sai de comprar os políticos, de mostrar vísceras da nação, e depois entra em coisas, mulheres, adultérios, farras, bebidas. Entramos num covil", acrescentou.

Deixando claro que não participará de nenhum movimento de "julgamento popular", MK citou o novo escândalo envolvendo Geddel. "Acrescente-se a apreensão feita ontem. Ninguém sabia o valor a princípio daquelas caixas e malas apreendidos supostamente em um apartamento a disposição de Geddel. No fim da noite, fomos saber que o montante alí representava R$ 51 milhões. Fiquei profundamente entristecido, porque a gente vê que para qualquer lado temos nomes de diretores, membros do Supremo, Legislativo também, cheio de membros sendo processados. É muito grave", concluiu.

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